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Mangaung, Sudáfrica
Under the turbulent environment of the 21st century, climate change emerges as a menacing and urgent crisis, especially in urban poverty-stricken areas, where its impacts are most acutely felt. Despite the importance of understanding public perceptions to foster effective climate change resilience, there still exists a notable gap in nuanced scholarship within the informal settlements of South Africa. This study employs a mixed-method approach to explore how cognitive, emotional, motivational and cultural factors affect these communities' resilience or vulnerability to climate-related hazards. The prevailing consensus in the literature suggests a general underestimation of climate change risks among residents. However, this paper contends that innovative, resource-constrained strategies observed in these communities suggest a significant degree of agency and preparedness to confront these challenges. This study sheds light on the interplay between individual actions, social networks, information channels, cultural practices, and power dynamics in shaping climate change perceptions. It recommends integrating local, cost-effective adaptation measures into wider policy frameworks. In conclusion, the study emphasises the importance of educating informal settlement residents, harnessing community participation and utilising local adaptation knowledge and sustainable development techniques to forge a resilient and equitable future for the inhabitants of Buffalo City Municipality.
Num cenário marcado pela turbulência do século XXI, as alterações climáticas surgem como uma crise iminente e urgente, particularmente acentuada nas áreas urbanas afetadas pela pobreza, onde os seus impactos se manifestam de forma mais severa. Apesar da importância de compreender as perceções públicas para promover uma resiliência eficaz às alterações climáticas, há ainda uma lacuna considerável no que toca a investigação diferenciada nos aglomerados populacionais informais da África do Sul. Este estudo emprega uma abordagem de métodos mistos para explorar como os fatores cognitivos, emocionais, motivacionais e culturais influenciam a resiliência ou vulnerabilidade dessas comunidades aos riscos associados às alterações climáticas. O consenso predominante na literatura sugere uma tendência geral de subestimação dos riscos das alterações climáticas entre os residentes. No entanto, este artigo defende que as estratégias inovadoras e com recursos limitados observados nessas comunidades sugerem um grau significativo de capacidade de ação e preparação para enfrentar esses desafios. Este estudo revela a interação entre iniciativas individuais, redes sociais, canais de informação, práticas culturais e dinâmicas de poder na formação das perceções das alterações climáticas. É recomendada a integração de medidas de adaptação locais e económicas em enquadramentos políticos mais amplos. Em conclusão, o estudo sublinha a importância de educar os residentes de aglomerados populacionais informais, de promover a participação da comunidade e de utilizar os conhecimentos locais de adaptação e as técnicas de desenvolvimento sustentável para construir um futuro resiliente e equitativo para os habitantes do município de Buffalo City.
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