El consumo de bienes superfluos e innecesarios es una forma en que la élite busca destacarse y sentirse diferente al resto de la sociedad en la que vive. Tanto facto-res internos como externos son fundamentales para comprender por qué esta minoría puede influir en aquellos menos afortunados, incitándolos a imitar sus patrones de consumo. Este artículo pretende analizar, basándose en las teorías de Veblen y otros autores, cómo el consumo conspicuo ejerce una influencia presente y poderosa en la sociedad. La primera parte ofrece una definición del consumo conspicuo, seguida en la segunda parte por estudios contemporáneos sobre los hábitos de gasto de las personas. Finalmente, la última sección analiza cómo la pandemia ha aumentado el gasto improductivo de las élites.
The consumption of superfluous and unnecessary goods is a way in which the elite seeks to stand out and feel different from the rest of the society in which it lives.Internal and external factors are key to explaining why this small portion of the population is able to influence the less well-off to want to imitate their behavior. This article, using Veblen and other authors, aims to analyze how conspicuous consumption acts in a present and powerful way in society. The first part shows the definition of conspicuous consumption, followed in the second section by contemporary studies on people’s spending and the last section analyzes how the pandemic has increased the unproductive spending of the elites.
A diferenciação do consumo de bens supérfluos e não necessários é uma forma de a elite se sentir mais importante e diferente do restante da sociedade em que vive. Fatores internos e externos são fundamentais para explicar porque essa pequena parcela da população é capaz de influenciar os menos abastados a querer imitar seu comportamento. Este artigo, utilizando Veblen e outros autores, tem como objetivo analisar como o consumo conspícuo atua de forma presente e poderosa na sociedade Na primeira parte é mostrada a definição de consumo conpícuo, seguida na segunda seção por estudos contemporâneos acerca do gasto das pessoas e na última seção é analisado como a pandemia aumentou o gasto improdutivo das elites.
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