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A influência do ambiente urbano na escolha do transporte ativo e sua relação com o sedentarismo: reflexões sobre o caso de Belo Horizonte (MG)

    1. [1] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Ouro Preto

      Universidade Federal de Ouro Preto

      Brasil

    3. [3] Metrics Mobilidade
    4. [4] SPORTIF - Clínica do Exercício e do Esporte
  • Localización: Transporte y Territorio, ISSN-e 1852-7175, Nº. 25, 2021 (Ejemplar dedicado a: Julio-Diciembre)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The influence of the urban environment on the choice of active transport and the relationship with sedentarism: reflections on the case of Belo Horizonte (MG)
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this paper, the influence of the urban environment on the choice of active transport and sedentary levels in Belo Horizonte is analyzed. To this end, binary logistic regression was used to identify the variables that influence the choice between active modes and automobile. The results indicate that people with higher BMI are more likely to choose the car. For respondents, topography and distance are variables that influence this choice. In addition, the chance of using active transport decreases with income increases and the levels of physical inactivity are lower in those who use this mode. Finally, in this paper, it is suggested that the urban environment influences the choice for active transport, which consequently influences the inactivity rates. In this context, these reflections are an important tool for urban planning and the management of mobility regarding the structure and the design of urban space and public health.

    • português

      Neste artigo é analisada a influência do ambiente urbano na escolha do transporte ativo e nos níveis de sedentarismo em Belo Horizonte. Para tanto, a regressão logística binária foi utilizada na identificação das variáveis que influenciam a escolha entre os modos ativos e o automóvel. Os resultados indicam a maior probabilidade de pessoas com maiores IMC optarem pelo automóvel. Para os respondentes, a topografia e a distância são variáveis que influenciam nessa escolha. Ainda, a chance de utilização do transporte ativo diminui à medida que a renda aumenta e os níveis de sedentarismo são menores naqueles que utilizam esse modo. Por fim, neste estudo é sugerido que o ambiente urbano influencia a escolha pelo transporte ativo que, consequentemente, influencia os índices de sedentarismo. Essa compreensão é um importante instrumento para o planejamento e gestão da mobilidade, à luz da configuração e desenho do espaço urbano e da saúde pública.


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