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Do mal aos males no Romanceiro da Tradição Oral Moderna Portuguesa

    1. [1] Escola Superior de Educação - IPC | Cátedra UNESCO em Património Imaterial e Saber-Fazer Tradicional: Interligar Patrimónios – U. Évora | IELT-EISI - FCSH-NOVA | CIAC - UAlg
  • Localización: Abenámar: Cuadernos de la Fundación Ramón Menéndez Pidal, ISSN-e 2530-4151, Nº. 2, 2018 (Ejemplar dedicado a: 2017-2018), págs. 132-149
  • Idioma: español
  • Enlaces
  • Resumen
    • Consensual entre os investigadores que se têm dedicado ao estudo do romanceiro é que este género literário possui uma linguagem poética específica. Com efeito, em diversos estudos Diego Catalán defende que a especificidade da linguagem poética, entre muitos outros aspectos, se ancora também em particularidades linguísticas linguísticas. Nesta medida, retomamos um estudo maior sobre o léxico de 1721 versões do romanceiro da tradição oral moderna portuguesa para analisarmos o conceito de Mal veiculado pelas formas linguísticas e para aferirmos o contributo das especificidades linguísticas para o constructo poético do Romanceiro.


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