Saúde óssea se caracteriza pelo densidade mineral óssea. A diminuição de densidade mineral óssea em por volta de 30% de densidade mineral óssea de idade de adultos jovens normais indica o aparecimento da osteoporose. Osteoporose é uma doença crônica, progressiva, de múltiplas causas e que representa redução da massa óssea que afeta todo o esqueleto humano, com microdeteriorização dos ossos, aumento da fragilidade óssea e aumento do risco de fratura óssea. A osteoporose é um processo que no final da meia-idade, pode ter efeitos devastadores no envelhecimento da maioria das mulheres. A incidência de osteoporose está ocorrendo em nível epidêmico, particularmente entre as mulheres brancas após a menopausa. Para detectar o nível de saúde óssea utiliza-se o exame de Densitometria Óssea. Este exame é caro e maior parte da população feminina brasileira não tem condições financeiras de realizá-lo. Sabendo que a Atividade física sistemática melhora a saúde óssea dos pessoas e que a mesma melhora seus VO2 max., o objetivo deste estudo foi pesquisar o seguinte problema: "Existe correlação alta e significativa entre densidade óssea e consumo máximo de oxigênio nas pessoas de sexo feminino após a menopausa?" A amostra de pesquisa foi composta por doze sujeitos de sexo feminino com idade de 50 a 60 anos e que já tenham feito o exame de Densitometria Óssea. Para determinação de VO2max foi utilizado o Teste de Caminhada de 400 metros de Kalinina (2002). Os resultados de pesquisa mostraram que a correlação entre VO2 max e Densidade mineral óssea de coluna, região L1 - L4, é de r = 0,802; p < 0,01 e VO2 max e Densidade mineral óssea, região colo do fêmur, é de r = 0,877; p < 0,01. Conclusão: O VO2 max pode ser utilizado como Índice de Saúde óssea nas pessoas de sexo feminino após a menopausa.
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