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O protagonismo das mulheres nas denúncias dos usos e abusos de venenos: ecofeminismo, e outras relações com a natureza

    1. [1] Universidade Estadual Paulista

      Universidade Estadual Paulista

      Brasil

  • Localización: Geografia em Questão, ISSN-e 2178-0234, ISSN 1982-8942, Vol. 16, Nº. 3, 2023 (Ejemplar dedicado a: Dossiê: A produção Feminista do conhecimento sobre o campo na Geografia Vol. I Terra, Movimentos, Ativismo, Soberania Alimentar e Trabalho.), págs. 107-121
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • El protagonismo de la mujer em al denunciar el uso y abuso de venenos: ecofeminismo y otras relaciones com la naturaleza
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El paradigma de desarrollo y modernización, unido a un sistema capitalista destructivo y patriarcal, lleva a la naturaleza a una situación de agotamiento. En este sistema de relaciones, la naturaleza es concebida continuamente como un recurso inagotable a ser dominado, explorado y envenenado. El enfoque ecofeminista ha demostrado que el proceso de dominación de la naturaleza es parte del sistema patriarcal mundial, asociado a la idea de modernización, progreso tecnológico y desarrollo (SHIVA y MIES, 2021). Por lo tanto, a partir de una lectura ecofeminista, presentamos un enfoque cualitativo, con revisión bibliográfica del tema. El trabajo propone una reflexión sobre el pionerismo de las mujeres en la denuncia de los usos y abusos de veneno en el campo, los alimentos y en nuestros cuerpos. Para ello, se recurre a autoras que abordan cuestiones ambientales urgentes y que reconocen los límites del planeta como entidad de sustento de la vida, como Raquel Carson, quien en 1950 fue la primera mujer en denunciar los riesgos del DDT para el medio ambiente y la salud humana, así como las autoras actuales como Vandana Shiva, Raquel Rigotto y Larissa Bombardi.

    • português

      O paradigma do desenvolvimento e modernização, aliado a um sistema capitalista destrutivo e patriarcal, leva a natureza a uma situação de esgotamento. Nesse sistema de relações, a natureza é continuamente concebida como um recurso inesgotável a ser dominado, explorado e envenenado. A abordagem ecofeminista tem mostrado que o processo de dominação da natureza é parte do sistema patriarcal mundial, associado à ideia de modernização, progresso tecnológico e desenvolvimento (SHIVA E MIES, 2021). Assim, a partir de uma leitura ecofeminista, apresentamos uma abordagem qualitativa, com revisão bibliográfica do tema. O trabalho propõe uma reflexão acerca do pioneirismo das mulheres nas denúncias dos usos e abusos de veneno no campo, nos alimentos e em nossos corpos. Para tanto, recorre-se às autoras que abordam questões ambientais urgentes e que reconhecem os limites do planeta enquanto entidade de sustentação da vida, como Raquel Carson, que em 1950 foi à primeira mulher a denunciar os riscos do diclorodifeniltricloretano (DDT) para o meio ambiente e para saúde humana, assim como as autoras atuais como Vandana Shiva, Raquel Rigotto e Larissa Bombardi.


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