Brasil
¿Existe actualmente una política de escalas en las articulaciones que constituyen el movimiento feminista en todo el mundo? Y, además, ¿pueden las acciones llevadas a cabo el 8 de marzo dar saltos escalares? La propuesta de este artículo busca comprender la política de escalas de las acciones realizadas en 2017 por movimientos feministas en el Día Internacional de la Mujer, que se conocieron en las redes sociales como #8M. En diálogo con las aportaciones de Neil Smith y Heleieth Saffioti tratamos de establecer conexiones entre el debate escalar, los orígenes del #8M y las agendas de lucha guiadas por diferentes estrategias políticas. Además, consultamos investigaciones, documentos y portales de noticias para recabar informaciones sobre la movilización del #8M de 2017. Así, encontramos que, en Brasil, el feminismo progresista y popular, en articulación con el Paro Internacional de Mujeres, llevó a cabo la lucha económica en defensa de la jubilación, asociándola a las condiciones de trabajo de las mujeres brasileñas tras el golpe que derrocó a la presidenta Dilma Roussef en 2016. En vista de ello, de forma coordinada y simbólica, los organismos de seguridad social de todo el país fueran objeto de denuncias de las políticas neoliberales y conservadoras que afectaran, sobre todo, a las mujeres trabajadoras.
Será que atualmente existe uma política de escalas nas articulações que constituem o movimento feminista ao redor do mundo? E, mais, será que as ações realizadas no 8 de março podem alçar saltos escalares? A proposta deste artigo busca compreender a política de escalas das ações realizadas em 2017 pelos movimentos feministas no Dia Internacional das Mulheres, que ficou conhecido nas redes sociais como #8M. Em diálogo com as contribuições de Neil Smith e Heleieth Saffioti procuramos estabelecer conexões entre o debate escalar, as origens do #8M e as pautas de luta que são orientadas por diferentes estratégias políticas. Além disso, consultamos pesquisas, documentos e portais de notícias a fim de reunir informações sobre a mobilização do #8M de 2017. Com isso, verificamos que no Brasil o feminismo progressista e de caráter popular, em articulação na Greve Internacional de Mulheres, realizou a luta econômica em defesa da aposentadoria associando-a com as condições de trabalho das brasileiras após o golpe que destituiu a presidenta Dilma Roussef em 2016. Em vista disso, de forma coordenada e simbólica, as agências da previdência social por todo o país foram alvos da denúncia das políticas neoliberais e conservadoras que atingiam, sobretudo, as mulheres trabalhadoras.
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