Este artículo tiene como objetivo analizar el álbum musical Sobrevivendo no Inferno (1997) del grupo Racionais MC's, una de las grandes obras maestras de la música popular brasileña, señalando los principales puntos de convergencia con los términos sociológicos verneinung y amefricanidade señalados por Lélia Gonzalez. Promover una discusión sobre la raza como dispositivo recreado por intermedios pasados y presentes y racismo legitimado contra los cuerpos negros, así como sus raíces en la sociedad brasileña actual. Para ello se utilizó como base teórica principal: Beatriz Nascimento (2016), Paul Gilroy (2001), Achille Mbembe (2018), Du Bois (1999)
This article intends to analyze the musical album Sobrevivendo no Inferno (1997) by the group Racionais MC's, one of the great masterpieces of Brazilian popular music, pointing out the main points of convergence with the sociological terms verneinung and amefricanidade pointed out by Lélia Gonzalez. To promote a discussion about race as a device recreated by past and present intermissions and legitimized racism against black bodies, as well as its roots in the current Brazilian society. For that, it was used as the main theoretical basis: Beatriz Nascimento (2016), Paul Gilroy (2001), Achille Mbembe (2018), Du Bois (1999)
O presente artigo pretende analisar o álbum musical Sobrevivendo no Inferno (1997) do grupo Racionais MC's, sendo uma das grandes obras-primas da música popular brasileira, apontando os principais pontos de convergência com os termos sociológicos verneinung e amefricanidade apontados Lélia Gonzalez. Para promover uma discussão sobre a raça como um dispositivo recriado por entrevias do passado e do presente e o racismo legitimado contra os corpos negros, bem como, suas raízes na atual da sociedade brasileira. Para tanto, foi utilizada como principal base teórica: Lélia Gonzalez (2021), Racionais MC’s (2018), Beatriz Nascimento (2016), Achille Mbembe (2018) e Du Bois (1925).
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