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Ferrovia como infraestrutura crítica: estudo de caso dos caminhos de ferro coloniais de Angola, c. 1870-1930

    1. [1] CIUHCT – Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, NOVA School of Science and Technology, Portugal
  • Localización: Ler história, ISSN-e 2183-7791, ISSN 0870-6182, Nº. 83, 2023 (Ejemplar dedicado a: Ambiente, economia, ciência e tecnologia), págs. 69-93
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Railways as Critical Infrastructure: A Case Study of the Colonial Lines of Angola, c. 1870-1930
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In the 1880s, Portuguese colonial authorities promoted the construction of railways in Angola. In this article, I analyse this historical process from the point of view of the concept of critical infrastructure. I argue that the absence of railways in Angola was a cause for concern and fostered a sense of urgency among Portuguese colonialists, as it could jeopardize the imperial project. Additionally, railways were considered critical to solidify Portuguese authority over Angolan territory and to develop the exploitation of local resources. During construction and operation, these infrastructures developed several vulnerabilities (both financial and technical) that could limit their potential. Portuguese decision-makers were forced to find solutions to strengthen the resilience of their railways. This article offers a new perspective on the colonial railways in Angola, through a literature review and the use of several primary sources.

    • português

      Na década de 1880, as autoridades coloniais portuguesas promoveram a construção de caminhos de ferro em Angola. Neste artigo, analiso este processo histórico desde o ponto de vista do conceito de infraestruturas críticas. Defendo que a ausência de ferrovias em Angola foi uma causa de preocupação e fomentou um sentido de urgência entre os colonialistas portugueses, uma vez que podia pôr em causa o projeto imperial. Adicionalmente, as linhas-férreas eram consideradas críticas para solidificar a autoridade portuguesa sobre o território e desenvolver a exploração dos recursos locais. Durante a construção e operação, estas infraestruturas apresentaram várias vulnerabilidades (de natureza financeira e técnica) que podiam limitar o seu potencial. Os decisores portugueses viram-se forçados a encontrar soluções para fortalecer a resiliência dos seus caminhos de ferro. Este artigo oferece uma nova perspetiva sobre as ferrovias coloniais em Angola, através de uma revisão de literatura e da utilização de diversas fontes primárias.


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