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Amor-próprio e a reversão da regra emocional central do Ocidente

    1. [1] Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas-FGV EAESP
  • Localización: Sofia, ISSN-e 2317-2339, Vol. 12, Nº. 2, 2023 (Ejemplar dedicado a: Resultados de pesquisa - Fluxo contínuo)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Self-love and the reversal of the central emotional rule of the west
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article discusses the transformation of the main emotional rule in the West: love. The interpretations made by the Reformation and Counter-Reformation of Saint Augustine’s work placed the rule of love at the center of the treatises on the government of passions in the 17th century. The period of religious wars and the unification of nation-states led to the displacement of Augustine's rule into politics, with self-love operating as a pessimistic lens for the behaviors of subjects and adversaries. In the first half of the century, the Christian condemnation of self-love andthe Neo-Stoic government of passions merged with the emerging Reason of State. In the second half, there was a reversal of the emotional rule. The Jansenist conception of how divine providence disposed of self-love to put one's satisfaction in the serviceof others served as a model for Political Economy and the nascent liberalism. Thus, enlightened self-love was affirmed as a political norm, mediated by the emotional dispositive of commerce.

    • português

      O artigo discute a transformação da principal regra emocional do Ocidente: o amor. As leituras que Reforma e Contrarreforma fizeram da obra de Santo Agostinho colocaram a regra do amor no centro dos tratados de governo das paixões do século XVII. O período de guerras religiosas e unificação dos Estados nacionais fez com que a regra agostiniana fosse deslocada para a política, com o amor-próprio operando como uma grade de leitura pessimista das condutas de súditos e adversários. Se na primeira metade do século a condenação cristã do amor-próprio e o governo neoestoico das paixões se confundiu com a nascente Razão de Estado, na segunda metade ocorreu uma reversão da regra emocional. A concepção jansenista de como a providência divina dispôs dos amores-próprios para colocar a satisfação de um a serviço das necessidades dos outros operou como modelo para a Economia Política e o nascente liberalismo. Com isso, o amor-próprio esclarecido foi afirmado como norma política, mediado pelo dispositivo emocional do comércio.


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