Retenidas por la imaginación, las representaciones de las imágenes hacen patentes las cosas reales o ideales, empujando al individuo a la acción de buscar información acerca de algo desde la propia interpretación y a través de la comunicación visual. Por lo tanto, por medio del diseño, la gráfica se instrumenta como un vínculo del conocimiento humano con el entorno mismo bajo la psique individual y colectiva, así, los múltiples juicios quedan supeditados a una cultura iconográfica en la que los objetos y los espacios pasan a ser reconstrucciones en donde el imaginario social se hace presente bajo la implementación de nuevos códigos comunes de identificación. De esta manera, los procedimientos de abstracción modifican la concepción cultural manifiesta a partir de nuevos simbolismos entre lo interpretado y lo que se llega a representar. Bajo un conjunto de signos que permiten reformular y comprender los mensajes, el individuo atisba hacia una realidad plausible en tiempos y espacios presentes a través de fenómenos creados, por ejemplo, por medio de la luz con sus brillos y su borrosidad, tras provocar proximidades y lejanías, y en las que las texturas de la materialidad evocan a los volúmenes que se gestan como señales de las que crecen sentimientos y tendencias individuales y desde la colectividad. Así, bajo procesos de previsibilidad, los individuos advierten el actuar social desde interacciones en las que están presentes los sentimientos, los valores y/o las pretensiones de cada uno hacia los demás y con el entorno mismo, desde los acuerdos y las prácticas con las que el diseño propone conjuntos de imágenes acordes a las temáticas del proceso de comunicación y representadas para poderse interpretar; por lo tanto, el entendimiento de los mensajes visuales se desvincula de la personalidad de quien los elabora y asociándose con las impresiones, los bienes y las prácticas.
Retidas pela imaginação, as representações das imagens tornam claras as coisas reais ou ideais, levando o indivíduo à ação de buscar informações sobre algo a partir de sua própria interpretação e por meio da comunicação visual. Portanto, através do design, o grafismo se concretiza como elo do conhecimento humano com o próprio ambiente sob o psiquismo individual e coletivo, assim, os múltiplos julgamentos são submetidos a uma cultura iconográfica em que objetos e espaços passam a ser reconstruções onde o imaginário social é reconstruído, presentes no âmbito da implementação de novos códigos comuns de identificação. Dessa forma, os procedimentos de abstração modificam a concepção cultural manifesta a partir de novos simbolismos entre o que é interpretado e o que é representado. Sob um conjunto de signos que permitem reformular e compreender as mensagens, o indivíduo perscruta uma realidade plausível nos tempos e espaços presentes através dos fenómenos criados, por exemplo, através da luz com o seu brilho e desfocagem, depois de provocar proximidade e distância, e em que as texturas da materialidade evocam os volumes que se gestam como sinais de onde brotam sentimentos e tendências individuais e coletivas. Assim, sob processos de previsibilidade, os indivíduos percebem a ação social a partir de interações nas quais estão presentes os sentimentos, valores e/ou reivindicações de cada um para com os outros e com o próprio ambiente, a partir dos acordos e práticas com os quais o que o design propõe estabelece de imagens de acordo com os temas do processo de comunicação e representadas para serem interpretadas; assim, a compreensão das mensagens visuais está separada da personalidade de quem as elabora e está associada a impressões, bens e práticas.
Retained by the imagination, the representations of the images make real or ideal things clear, pushing the individual to the action of seeking information about something from their own interpretation and through visual communication. Therefore, through design, graphics is implemented as a link of human knowledge with the environment itself under the individual and collective psyche, thus, the multiple judgments are subject to an iconographic culture in which objects and spaces pass to be reconstructions where the social imaginary is present under the implementation of new common identification codes.
In this way, the abstraction procedures modify the manifest cultural conception from new symbolisms between what is interpreted and what is represented. Under a set of signs that allow messages to be reformulated and understood, the individual peers into a plausible reality in present times and spaces through created phenomena, for example, by means of light with its brightness and blur, after provoking proximity and distances, and in which the textures of the materiality evoke the volumes that are gestated as signals from which individual and collective feelings and tendencies grow. Thus, under processes of predictability, individuals notice social action from interactions in which the feelings, values and/ or claims of each one towards others and with the environment itself are present, from the agreements and practices with which that the design proposes sets of images according to the themes of the communication process and represented to be able to be interpreted;
therefore, the understanding of visual messages is separated from the personality of the person who elaborates them and is associated with impressions, goods and practices.
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