México cuenta con un marco jurídico nacional, internacional y jurisprudencial protector de las trabajadoras embarazadas y en estado de lactancia, quienes gozan de un fuero especial denominado estabilidad laboral reforzada, que implica su derecho a permanecer en el empleo y derecho a la seguridad social. La reforma laboral del 1 de mayo de 2019 reconoce el deber de los tribunales laborales de dictar las medidas cautelares para garantizar el acceso a la seguridad social que venía gozando una trabajadora despedida injustificadamente con motivo de su embarazo. La Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) y los Tribunales Colegiados de Circuito han emitido criterios con relación a las medidas cautelares que deberán decretar los tribunales laborales para garantizar el derecho a la seguridad social de la trabajadora embarazada, tal como el acceso a los servicios médicos.
Mexico has a national, international and jurisprudential legal framework that protects pregnant and breastfeeding workers, who enjoy a special privilege called reinforced labor stability, which implies their right to remain in their jobs and their right to social security. The labor reform of May 1, 2019 recognizes the duty of the labor courts to issue precautionary measures to guarantee the access to social security that a worker unjustifiably dismissed due to her pregnancy had been enjoying. The Supreme Court of Justice of the Nation (SCJN) and the Collegiate Circuit Courts have issued criteria regarding the precautionary measures that labor courts must decree in order to guarantee the right to social security of the pregnant worker, such as access to medical services.
O México tem uma estrutura jurídica nacional, internacional e jurisprudencial que protege as trabalhadoras grávidas e lactantes, que desfrutam de um status especial conhecido como estabilidade reforçada no trabalho, o que implica seu direito de permanecer no emprego e seu direito à seguridade social. A reforma trabalhista de 1º de maio de 2019 reconhece o dever dos tribunais do trabalho de emitir medidas cautelares para garantir o acesso à seguridade social de que uma trabalhadora demitida injustificadamente devido à gravidez vinha desfrutando. A Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN) e os Tribunais Colegiados emitiram critérios em relação às medidas cautelares que os tribunais do trabalho devem decretar para garantir o direito à seguridade social da trabalhadora grávida, como o acesso a serviços médicos.
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