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Reflective equilibrium is enough: against the need for preselecting considered judgements

    1. [1] Leibniz University Hannover
    2. [2] Karlsruhe Institute of Technology
  • Localización: Ethics, Politics & Society, ISSN 2184-2582, ISSN-e 2184-2574, Vol. 5, Nº. 2, 2022, págs. 59-79
  • Idioma: inglés
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this paper, we focus on one controversial element of the method of reflective equilibrium, namely Rawls’ idea that the commitments that enter the justificatory procedure should be pre-selected or filtered: According to him, only considered judgements should be taken into account in moral philosophy. There are two camps of critics of this filtering process: 1) Critics of reflective equilibrium: They reject the Rawlsian filtering process as too weak and seek a more reliable one, which would actually constitute a distinct epistemic method. 2) Proponents of reflective equilibrium: They reject the Rawlsian filtering process as too exclusionary. We defend RE against its critics, arguing that the method can secure reasonable commitments without depending on a strong external filtering process. However, we side with the critical proponents of reflective equilibrium and argue that without the Rawlsian weak filtering process, RE is more plausible both as a general method as well as in the context of moral philosophy.

    • português

      Neste artigo focamo-nos num elemento controverso do método do equilíbrio reflexivo, nomeadamente a ideia de Rawls de que os compromissos que entram no processo justificatório deveriam ser pré-seleccionados ou filtrados: de acordo com Rawls, apenas os juízos bem ponderados deveriam ser levados em conta na filosofia moral. Os críticos deste processo de filtragem distribuem-se por dois campos: 1) Os críticos do equilíbrio reflexivo rejeitam o processo de filtragem rawlsiano por ser excessivamente fraco e procuram um que seja mais fiável e que constituiria um diferente método epistémico; 2) Os proponentes do equilíbrio reflexivo rejeitam o processo de filtragem Rawlsiano por ser excessivamente excludente. Nós defendemos o ER, em oposição aos seus críticos, argumentando que este método pode assegurar compromissos razoáveis sem estar dependente de um processo externo forte de filtragem. No entanto, alinhamo-nos com os proponentes críticos do equilíbrio reflexivo, defendendo que, sem este processo de filtragem fraco, o ER rawlsiano revela-se como mais plausível tanto como um método geral, como no contexto da filosofia moral.


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