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Universal health care and enforced beneficence

    1. [1] Ohio University (Department of Philosophy)
  • Localización: Ethics, Politics & Society, ISSN 2184-2582, ISSN-e 2184-2574, Nº. 2, 2019 (Ejemplar dedicado a: Ethics, Politics & Society. A Journal in Moral and Political Philosophy), págs. 7-31
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Cuidados universais de saúde e beneficêcia obrigatória
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      I examine Allen Buchanan’s arguments for enforced beneficence and express a number of worries concerning his attempt to justify coercive distributive policies that guarantee (basic) health care services for all citizens. The central objection questions whether, given Buchanan’s own stipulation of universallyinstantiated attitudes of moral beneficence amongst all society members, his arguments from, first, the coordination problem and, second, the assurance problem successfully establish a justification of enforced contribution. I defend alternative, non-coercive, responses to the aforementioned problems and show that a particular kind of institution (an “information service”) provides all citizens with the sufficient and reliable epistemic resources so that they can effectively help the sick and needy. I notice that Buchanan’s difficulties with justifying coercion can be regarded as providing indirect support for the view that developing a justice-based conception of moral health care rights remains, pace Buchanan, an important task to be completed.

    • português

      Neste artigo examino os argumentos de Allen Buchanan a favor da beneficência obrigatória e formulo uma série de preocupações relativas à sua tentativa de justificar políticas distributivas coercivas que garantam serviços de saúde (básicos) para todos os cidadãos. Dada a estipulação de Buchanan sobre as atitudes universalmente instanciadas de beneficência moral entre todos os membros da sociedade, a nossa objeção central questiona se os seus argumentos sobre o problema de coordenação assim como o problema de garantia estabelecem uma justificação da contribuição obrigatória. Defendo respostas alternativas e não coercitivas aos problemas acima mencionados e mostro que um tipo particular de instituição (um “serviço de informação”) fornece a todos os cidadãos recursos epistêmicos suficientes e confiáveis para que possam efetivamente ajudar os doentes e os necessitados. Noto por fim que as dificuldades de Buchanan em justificar a coerção podem ser consideradas como um apoio indireto à visão segundo a qual o desenvolvimento de uma concepção baseada na justiça dos direitos morais à assistência médica permanece, segundo Buchanan, uma tarefa importante que deve ser completada.


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