Brasil
El presente artículo analiza videos producidos en 2020 por docentes que afir-man poner en acción el currículo cultural de Educación Física como alternativa para pro-mover la enseñanza remota de emergencia en el contexto de la pandemia de COVID-19. De las grabaciones publicadas en el canal del Grupo de Investigaciones en Educación Física escolar (gpef-feusp) fueron seleccionados los segmentos que abordan las relaciones de género y sexualidad que son parte de los temas de las prácticas corporales para confrontarlos con los argumentos disponibles en la literatura de los estudios queer y queer descolonial. La propuesta aquí es reflexionar sobre la posibilidad de aparición de los cuerpos subversivos en el contexto de la pandemia, la visualización de la estética corporal disidente en las sesiones remotas y las experiencias de Educación Física que se hicieron posibles.
O presente artigo analisa vídeos produzidos em 2020 por docentes que afirmam colocar em ação o currículo cultural de Educação Física, como alternativa para promover o ensino remoto emergencial no contexto da pandemia de COVID-19. Após a assistência às gravações publicadas no canal do Grupo de Pesquisas em Educação Física escolar (gpef-feusp) , foram selecionados os trechos que abordam as relações de gênero e sexualidade constituintes das tematizações das práticas corporais para, em seguida, confrontá-los com os argumentos dis-poníveis na literatura dos estudos queer e queer decolonial. A proposta aqui apresentada é de re-flexão sobre a possibilidade de aparição dos corpos subversivos no contexto pandêmico, sobre a visualização da estética corpórea dissidente nas aulas remotas e quais foram as experiências possíveis na Educação Física
This article analyzes videos produced in 2020 by teachers who implemented the cultural curriculum of physical education as an alternative for promoting emergency remote teaching in the context of the COVID-19 pandemic. After watching recordings shown on the Grupo de Pesquisas em Educação Física (Group of Physical Education Surveys (gpef-feusp) channel, the authors selected excerpts addressing gender relations and sexuality that constitute the thematization of bodily practices, subsequently comparing them with the arguments available in queer and decolonial queer studies literature. They propose reflec-ting on the possibility of the emergence of subversive bodies in the pandemic context, the visualization of dissident corporeal aesthetics in remote classes and possible experiences in Physical Education.
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