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Televisualidade e a realidade dos média

    1. [1] Universidade de Lisboa

      Universidade de Lisboa

      Socorro, Portugal

  • Localización: Vista: Revista de Cultural Visual, ISSN-e 2184-1284, Nº. 1, 2017 (Ejemplar dedicado a: Políticas do Olhar)
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      A viragem para o século XXI consolida a construção de uma televisualidade, trazida pela naturalização da presença dos meios de comunicação de massas no nosso quotidiano. A fronteira entre o que se pode ver, registar e partilhar no plano público da visualidade é tão ténue quanto controversa, apesar de convocar o cidadão comum para contribuir ativamente para o fluxo de mensagens e imagens que alimentam a rede global e fazem circular uma realidade extra-ecrã, sujeita a um conjunto de filtros e discursos, com acesso e difusão em tempo real. Quando se assiste ao emergir, no seio da ficção, de géneros reality, que operam uma comutação de códigos dirigidos ao consumo e ao espetáculo que caraterizam a hiperrealidade em que vivemos, rapidamente o voyeurismo e a violência passam a integrar os padrões de sociabilidade atuais, pautados pelo imediatismo e superficialidade preconizados pelos média. Estes regimes escópicos produzem no espetador uma relação dual com as imagens, que volatiza o seu papel e autoridade no plano da representação e da vida.

    • English

      The shift to the twenty-first century reinforces the ongoing construction of televisuality as a regime associated to the naturalization of mass media presence in our daily lives. The limits to what we can see, record and share on the public ground of visuality get as blurry as controversial in spite of the permanent incitement of common citizens to actively contribute to the flow of images that feed the global network. This circulation sets a type of extra-screen reality processed by filters and discourses translated in real-time access. Simultaneously, the emergence of ‘reality’ genres within fiction blends all sign codes towards consumption and spectacle that feature the hyperreality in which we live in. Voyeurism and violence rapidly become part of the current patterns of sociability, casted by the immediacy and superficiality of media. These scopic regimes instill in the viewer a dual relationship with the images, which volatilizes their role and authority on the domains of representation and life.


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