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Roland Barthes e Carlito Azevedo nas bordas da escrita

    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 50, Nº. 2, 2023 (Ejemplar dedicado a: Poéticas dos limites), págs. 33-46
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Roland Barthes and Carlito Azevedo at the Edges of Writing
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Roland Barthes collects fragments of the days in Mourning Diary (2009), because he was affected by the pain caused by the death of his mother, in 1977. Through writing, he not only finds a way to deal with the suffering, but also rescues the subject of fraying caused by that loss. Language dramatizes the tearing of the individual and, thus, reconfigures the instances of discourse in which he reconstructs himself. Carlito Azevedo, in the poem “H.”, from Monodrama (2009), also addresses the mother’s death. In this case, the lyrical subject engages in the arrows of pain through poetic language, which reconstructs and mobilizes the references of the poet’s formation in the face of the loss of those who generated it. Therefore, this article aims to compare and discuss modes and tensions in Roland Barthes and Carlito Azevedo’s texts so as not to succumb in the face of pain and remain at the edges of writing, which genres and gestures are dissolved.

    • português

      Em Diário de luto (2009), Roland Barthes recolhe os fragmentos dos seus dias atingidos pela dor da perda de sua mãe, em 1977. Através e atravessado pela escrita, ele não apenas encontra uma maneira de lidar com seu sofrimento, mas também resgata o sujeito do esgarçamento provocado por essa perda. A linguagem dramatiza a dilaceração do indivíduo e, assim, reconfigura as instâncias do discurso em que ele se reconstrói. Carlito Azevedo, em seu poema “H.”, do livro Monodrama (2009), também tematiza a morte da mãe. Neste caso, o sujeito lírico se embrenha nas frechas da dor por meio da linguagem poética, que reconstitui e mobiliza as referências da formação do poeta em face da perda de quem o gerou. O artigo pretende, assim, comparar e discutir os modos e as tensões nos textos de Barthes e Carlito para não sucumbir diante da dor e se manterem nas bordas da escrita, em que gêneros e gestos se dissolvem.


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