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Entre Skopje e Guimarães. História e Utopia nas visões urbanas de Kenzo Tange e Fernando Távora

    1. [1] Universidade do Minho

      Universidade do Minho

      Braga (São José de São Lázaro), Portugal

  • Localización: As Cidades na História : Sociedade : atas [do] II Congresso Histórico Internacional : 18 a 20 de outubro de 2017, Vol. 2, 2017 (Cidade Contemporânea), ISBN 978-989-8474-54-4, págs. 61-80
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O plano para a reconstrução de Skopje após o terremoto de 1963 foi uma rara oportunidade para a aplicação prática das ideias metabolistas de desenho urbano. No desenho de Tange para Skopje podemos reconhecer a ideia de um centro cívico organizado ao longo de uma megaestrutura axial (nova “coluna vertebral” da cidade), mas também duas outras estruturas que se relacionam com a circunstância preexistente: o “city gate” e a “city wall” formam um diálogo com as principais características geográficas do local (o rio Vardar eas montanhas Vodno), mas também se relacionam muito claramente com a história da cidade, reinterpretando a fortaleza Kale.O plano de Fernando Távora para Guimarães (1982) não parece ter qualquer relação com as ideias urbanas de Tange. No entanto, apresenta os mesmos conceitos, materializados de uma forma diferente: o traçado da nova rodovia que se assume como nova “muralha da cidade”, o principal momento de entrada considerado como um “portão da cidade” e o eixo principal de expansão considerado como um “centro cívico”. Dadas as diferentes de posicionamento dos seus autores, esta possível analogia entre os planos de Skopje e Guimarães torna-se interessante como caso de estudo, como exemplo do confronto entre utopia e realidade.


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