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Biossociabilidade e biopolítica: reconfigurações e controvérsias em torno dos híbridos nanotecnológicos

    1. [1] Universidade Federal de Pernambuco

      Universidade Federal de Pernambuco

      Brasil

    2. [2] Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social – EICOS/UFRJ
  • Localización: Redes: Revista de estudios sociales de la ciencia y la tecnología, ISSN-e 1851-7072, ISSN 0328-3186, Vol. 15, Nº. 29, 2009 (Ejemplar dedicado a: Redes N° 29)
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Biosociality and biopolitics: reconfigurations and controversies on nanotechnological hybrids
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      As novas tecnologias de manipulação da vida, em especial aquelas que operam em nível molecular, acenam com a possibilidade de perfectibilidade indefinida do corpo humano. Para alguns autores, estaríamos na iminência de uma “solução” técnica para o sonho milenar da imortalidade. Partindo de outra linha de argumentação, acreditamos que tal constatação requer uma questão preliminar: o que significa produção e reprodução da vida em tal contexto tecnológico? Constatamos inicialmente que as novas tecnologias de manipulação da vida operam em uma escala em que certas diferenças culturalmente relevantes se tornam problemáticas –como aquelas entre o orgânico e o inorgânico, entre o que é matéria e o que é informação, entre o que está vivo e o que é inanimado–. Este artigo procura refletir acerca dessa zona limite –campo de confluência da biologia molecular e da nanotecnologia– buscando explorar as questões políticas, éticas e culturais que subjazem à perspectiva de uma sociedade que se articula em torno de uma dimensão de experiência técnica literalmente molecular.

    • English

      The new technologies of life, especially those operating on a molecular scale, open the possibility of an indefinite perfectibility of the human body. For some authors, we would be facing the technical solution of the old dream of immortality. Departing from another line of reasoning, we believe that such a claim asks for a preliminary question: what do the production and the reproduction of life mean in such a technological context? We sustain initially that the new technologies of life manipulation operate on a scale where certain culturally significant differences constitute a problem –as those between what is organic and what is inorganic, what is matter and what is information, what is alive and what is lifeless. The following paper aims to reflect about this twilight zone –space of convergence between biotechnology and nanotechnology– exploring political, ethical and cultural questions that lie under the perspective of a society that articulates itself around a literally molecular experience.


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