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Características socioeconômicas e de consumo de psicofármacos por população rural no agreste de Pernambuco

    1. [1] Universidade de Pernambuco
    2. [2] Universidade Federal de Pernambuco
  • Localización: Revista Brasileira Interdisciplinar de Residências em Saúde, ISSN-e 2965-4270, Vol. 1, Nº. 0, 2022
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Características socioeconómicas y consumo de drogas psicoactivas en la población rural del agreste de Pernambuco
    • Socioeconomic characteristics and consumption of psychotherapy drugs by rural population in the agreste of Pernambuco
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo: El presente trabajo tiene como objetivo describir el perfil socioeconómico y el patrón de consumo de antidepresivos y benzodiazepinas de una población rural del interior de Pernambuco. Método: Investigación transversal cuantitativa y descriptiva. La recolección de datos se realizó a través de entrevistas con los participantes y análisis de historias clínicas. Los datos fueron ingresados al programa Excel® 2016, analizados y presentados utilizando frecuencias absolutas (n) y relativas (%). Resultados: El consumo de psicofármacos es mayor entre usuarias (83%), casadas (60%), con 60 años o más (53%), analfabetas (53%) y con renta individual igual o inferior a 01 (a) salario mínimo (93%). Los psicofármacos más consumidos son la benzodiazepina Clonazepam (57%) y los antidepresivos Cloridiazepóxido y Clorhidrato de Amitriptilina (20%). La mayoría de los usuarios consume el medicamento hace 05 (cinco) años o más (60%), lo compra en farmacia privada (63%) y no sabe cómo informar el diagnóstico de la enfermedad (73%). Conclusión: El estudio indica la necesidad de controlar la prescripción de psicofármacos, mejorar el acceso al tratamiento y medicación, utilizar protocolos clínicos en el campo de la salud mental, mayor integración con el equipo multiprofesional y con la red intersectorial, así como la adopción de prácticas alternativas y/o complementarias al uso de psicofármacos.

    • English

      Objective: The present work aims to describe the socioeconomic profile and the pattern of consumption of antidepressants and benzodiazepines by a rural population in the Pernambuco countryside. Method: cross-sectional quantitative and descriptive research. Data collection was carried out through interviews with the participants and analysis of medical records. Data were entered into the Excel® 2016 program, analyzed and presented using absolute (n) and relative (%) frequencies. Results: the consumption of psychotropic drugs is higher among female users (83%), married (60%), aged 60 years or older (53%), illiterate (53%) and with an individual income equal to or less than 01 (a) minimum wage (93%). The most used psychotropic drugs are the benzodiazepine Clonazepam (57%) and the antidepressant Chloridiazepoxide and Amitriptyline Hydrochloride (20%). Most users consume the medication for 05 (five) years or more (60%), purchase it from a private pharmacy (63%) and do not know how to report the diagnosis of the disease (73%). Conclusion: The study indicates the need to control the prescription of psychotropic drugs, improve access to treatment and medication, use clinical protocols in the field of mental health, greater integration with the multiprofessional team and the intersectoral network, as well as the adoption of alternative and/or complementary practices to the use of psychotropic drugs.

    • português

      Objetivo: O presente trabalho tem por objetivo descrever o perfil socioeconômico e o padrão de consumo de antidepressivos e benzodiazepínicos por parte de uma população rural no agreste pernambucano. Método: Pesquisa transversal de natureza quantitativa e descritiva. A coleta dos dados foi realizada por meio de entrevista com os participantes e análise dos prontuários. Os dados foram digitados no programa Excel® 2016, analisados e apresentados por meio das frequências absoluta (n) e relativa (%). Resultados: O consumo de psicofármacos foi maior entre usuárias do sexo feminino (83%), casadas (60%), com 60 anos ou mais (53%), não alfabetizadas (53%) e com renda individual igual ou inferior a 1 salário mínimo (93%). Os psicofármacos mais consumidos foram o benzodiazepínico clonazepam (57%) e o antidepressivo clordiazepóxido com cloridrato de amitriptilina (20%). A maioria dos usuários consumia a medicação há cinco anos ou mais (60%), adquiria em farmácia particular (63%) e não sabia relatar o diagnóstico da doença (73%). Conclusão: O estudo indica a necessidade de controle da prescrição dos psicofármacos, melhoria do acesso ao tratamento e aos medicamentos, utilização de protocolos clínicos no âmbito da saúde mental, maior integração com a equipe multiprofissional e com a rede intersetorial, bem como a adoção de práticas alternativas e/ou complementares ao uso de psicofármacos.


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