Brasil
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El paradigma de la diferencia/dominación o la teoría del déficit sobre el lenguaje de las mujeres, en comparación con el lenguaje masculino, surge principalmente de Lakoff (1975). Entendiendo la relación entre el género femenino y su desempeño en múltiples contextos, el objetivo del presente artículo consiste en una actividad meta-reflexiva en estudios entre paradigmas de diferencia/dominación, desempeño (Buttler [1990] 2005), microrresistencia (Pinto; Fabrício 2013) y agencia (Asad 2000). Elegimos las investigaciones realizadas en un Grupo de Investigación. En particular, discutimos segmentos de dos estudios (Amaral 2018; Nogueira 2018) con tránsitos desempeño-emocionales de dos mujeres. La metodología de investigación es cualitativa, interpretativa, netnográfica (Kozinets 2014) y autoetnográfica (Ellis; Bochner 2000). Los resultados indican que las mujeres, aunque también se guían por el paradigma diferencia/dominación, tienden a ser cuestionantes y activas en su práctica social.
The difference/domination paradigm or the deficit theory about the language of women, com-pared to male language, arises mainly from Lakoff (1975). By understanding the relationship between the female gender and women’s performances in multiple contexts, the objective of the present article is a meta-reflexive activity in studies between difference/domination paradigms, performance (Buttler [1990] 2005), micro-resistance (Pinto; Fabrício 2013) and agency (Asad 2000). For the purpose of this article, we elected researches carried out in a Research Group. Therefore, we discussed segments of two studies (Amaral 2018; Nogueira 2018) with performance-emotional transits of two women. The research methodology is qualitative, interpretive, netnographic (Kozinets 2014) and autoetnographic (Ellis; Bochner 2000). The results indicate that, although women are guided by the difference/domination paradigm, they tend to be ques-tioning and active in their social practices.
O paradigma da diferença/dominação ou a teoria do déficit sobre a linguagem da mulher, face à linguagem masculina, surge principalmente a partir de Lakoff (1975). Entendendo a relação entre gênero feminino e a sua atuação em múltiplos contextos, o objetivo do presente artigo consiste em uma atividade metarreflexiva em estudos entre paradigmas da diferença/dominação, performance(Buttler [1990] 2005), microrresistência (Pinto; Fabrício 2013) e agência (Asad 2000). Elegemos, para a finalidade, pesquisas realizadas no Grupo de Pesquisa. Discutimos, em especial, segmen-tos de duas pesquisas (Amaral 2018; Nogueira 2018) com trânsitos performático-emocionais de duas mulheres. A metodologia das pesquisas é qualitatitiva, interpretativa, de caráter netnográfico (Kozinets 2014) e autoetnográfico (Ellis; Bochner 2000). Os resultados indicam que as mulheres, embora se pautem também pelo paradigma da diferença/dominação, tendem a ser questionadoras e agentivas em sua prática social.
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