O texto analisa a produção artística do autorretrato fotográfico. Na primeira parte do texto é apresentado brevemente o papel do corpo da mulher ao longo da história da arte até a atualidade, fazendo uma introdução sobre o assunto, sobre a origem do recorte de gênero na historiografia da arte e o uso da auto representação como forma de retomar a propriedade da imagem da mulher. A segunda parte tem como base o entendimento do fotógrafo e teórico espanhol Joan Fontcuberta sobre a estética do vampiro na fotografia e a criação de identidades. Na terceira parte são analisadas as representações visuais de estereótipos relativos à feminilidade. Posterior a isso, a última parte aborda a desfiguração da autoimagem como uma estratégia de atentar para crueldade da construção estereotipada de um ideal de beleza feminina.
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