Introducción: La pandemia por COVID-19 y el aislamiento preventivo obligatorio trajo una ventana de cambios, repercusiones en estilo de vida y automedicación en la población general, uno de los afectados fue la población universitaria. Objetivo: Evaluar el estilo de vida y el consumo de fármacos en los estudiantes universitarios de Colombia durante el confinamiento por pandemia de COVID-19. Mate-riales y métodos: Estudio observacional, descriptivo y transversal, dirigido por medio de encuesta virtual hacia estudiantes universitarios de Colombia; donde se evaluó hábitos de vida, frecuencia de síntomas relacionados a COVID-19 y uso de medicamentos. La información fue concentrada en una base de datos y sometida a análisis estadísticos descriptivos para determinar la diferencia (p < 0.5). Resultados: Se obtuvo muestra de 2049 estudiantes de 82 universidades, conformado por 1289 mujeres (62,9%) y 743 hombres (36,3%). El síntoma más frecuente fue cefalea (71,2%), de estos 64,5% se automedicó con acetaminofén. Para prevenir COVID-19 un 15,5% ingirió vitaminas y 3,3% antibióticos. Además, el 47,5% no realizó ejercicio físico, 52,3% comió 4-6 veces al día, 49,6% presentó insomnio intermedio, 78,8% presentó dificultades de concentración durante clases virtuales, 40,6% utilizaba 4-7 horas al día a esparcimiento en dispositivos móviles y 41,8% 4-7 horas adicionales a clases virtuales. Conclusiones: Se determinó que durante la cuarentena por Covid-19 casi la mitad de encuestados no realizó ejercicio físico, la mayoría dedicó más de 8 horas del día al uso de dispositivos móviles o computadoras. Adicionalmente, se demostró un alto porcentaje de automedicación para síntomas de Covid-19.
Introduction: The COVID-19 pandemic and mandatory preventive isolation brought with it a window of changes and repercussions in lifestyle and self-medication in the general population, one of those affected was the university population. Objective: To evaluate the lifestyle and drug use in Colombian university students during the confinement due to the COVID-19 pandemic. Materials and methods: Observational, descriptive and cross-sectional study, conducted by means of a virtual survey to university students in Colombia; where lifestyle habits, frequency of symptoms related to COVID-19 and use of medications were evaluated. The information was concentrated in a database and subjected to descriptive statistical analysis to determine the difference (p < 0.5). Results: A sample of 2049 students from 82 universities was obtained, comprising 1289 women (62.9%) and 743 men (36.3%). The most frequent symptom was headache (71.2%), of which 64.5% self-medicated with acetaminophen. To prevent COVID-19, 15.5% took vitamins and 3.3% anti-biotics. In addition, 47.5% did not exercise, 52.3% ate 4-6 times a day, 49.6% had intermediate insomnia, 78.8% had difficulty concentrating during virtual classes, 40.6% spent 4-7 hours a day on mobile devices and 41.8% spent an additional 4-7 hours in virtual classes. Conclusions: It was determined that during the Covid-19 quarantine almost half of the participants did not engage in physical exercise, most of them dedicated more than 8 hours of the day to the use of mobile devices or computers. Additionally, a high percentage of self-medication for Covid-19 symptoms was demonstrated.
Introdução: A pandemia de COVID-19 e o isolamento preventivo obrigatório trouxeram uma janela de mudanças, repercussões no estilo de vida e automedicação na população em geral, uma das afetadas foi a população universitária Objetivo:Avaliar o estilo de vida e o consumo de drogas em universitários colombianos durante o confinamento devido à pandemia de COVID-19 Materiais e métodos: Estudo observacional, descritivo e transversal, realizado por meio de uma enquete virtual a estudantes universitários colombianos; onde foram avaliados hábitos de vida, frequência de sintomas relacionados ao COVID-19 e uso de medicamentos As informações foram concentradas em um banco de dados e submetidas à análise estatística descritiva para determinar a diferença (p < 0,5) Resultados: Obteve-se uma amostra de 2 049 estudantes de 82 universidades, composta por 1 289 mulheres (62,9%) e 743 homens (36,3%) O sintoma mais frequente foi a cefaleia (71,2%), destes 64,5% automedicaram-se com paracetamol Para prevenir a COVID-19, 15,5% ingeriram vitaminas e 3,3% antibióticos Além disso, 47,5% não praticavam exercícios físicos, 52,3% comiam de 4 a 6 vezes ao dia, 49,6% apresentavam insônia intermediária, 78,8% apresentavam dificuldade de concentração durante as aulas virtuais, 40,6% utilizavam de 4 a 7 horas por dia para recreação em dispositivos móveis e 41,8% 4-7 horas adicionais às aulas virtuais Conclusões: Foi determinado que durante a quarentena do Covid-19 quase metade dos inquiridos não realizou exercício físico, a maioria dedicou mais de 8 horas por dia ao uso de dispositivos móveis ou computadores Além disso, foi demonstrado um alto percentual de auto-medicação para sintomas de Covid-19.
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