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Mesclando imagens, criando narrativas outras: educações menores em HIV/aids e(m) filmes

    1. [1] Universidade Federal de Uberlândia

      Universidade Federal de Uberlândia

      Brasil

  • Localización: Estudios LGBTIQ+, Comunicación y Cultura, ISSN-e 2792-3622, Vol. 3, Nº. 1, 2023, págs. 35-46
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Merging images, creating other narratives: minor educations on HIV/AIDS and(in) movies
    • Mezclando imágenes, creando narrativas otras: educaciones menores en VIH/SIDA y (en) películas
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo tiene como objetivo movilizar educaciones menores en VIH/SIDA posibles con/en/desde películas a través de cartografías que suceden en experimentos escritos y de imágenes embrionadas en el encuentro con las producciones cinematográficas. Para eso, se permean tres narrativas audiovisuales contemporáneas – 120 latidos por minuto (2017), “Carta más allá de los muros (2019) y Cómo sobrevivir a una plaga (2012) – que abordan la pandemia del VIH/SIDA en diferentes tiempos y espacios. En las películas se tocan las dimensiones del cuerpo, del deseo, de la sexualidad, de la vida y de la muerte a través de relatos de lucha, amor, amistad, solidaridad, estigma, violencia, comienzos y finales, movilizando al autor en creaciones – escritas y imágenes – en aproximaciones con la educación en ciencia, biología y salud. Tales producciones permiten importantes reflexiones sobre las existencias LGBTQ+ y los procesos de subjetivación que las impactan a través de dispositivos que agencian sus cuerpos y deseos. En inspiraciones cartográficas, imágenes y sonidos mueven escrituras-encuentros sobre afectos que tocan el cuerpo del autor y también inspiran manipulaciones de imágenes que permiten pensar y articular educaciones menores en VIH/SIDA. Así, se constata que, al agenciar cuestiones relacionados con el VIH/SIDA, los caminos no están listos. De este modo, se argumenta que las narrativas audiovisuales educan por sí mismas y también pueden ser utilizadas en la instauración de educaciones menores, militantes, comprometidas con el enfrentamiento de los estigmas, articuladas con la experimentación del deseo y la defensa de la vida en su potencia.

    • português

      Este artigo objetiva mobilizar educações menores em HIV/aids possíveis com/em/a partir de filmes por meio de cartografias que acontecem em experimentações escritas e imagéticas embrionadas no encontro com produções cinematográficas. Para tal, são permeadas três narrativas audiovisuais contemporâneas –120 Batimentos por minuto (2017), Carta para além dos muros (2019) e Como sobreviver a uma praga (2012)– que versam em torno da pandemia de HIV/aids em diferentes tempos e espaços. Nos filmes, são tangenciadas as dimensões do corpo, do desejo, da sexualidade, da vida e da morte através de histórias de luta, de amor, de amizade, de solidariedade, de estigma, de violência, de começos e de fins, mobilizando o autor em criações – escritas e imagéticas –em aproximações com a educação em ciências, biologia e saúde. Tais produções permitem importantes reflexões acerca das existências LGBTQ+ e dos processos de subjetivação que as impactam por dispositivos que agenciam os seus corpos e desejos. Em inspirações cartográficas, imagens e sons movimentam escritas-encontros acerca de afetos que tangenciam o corpo do autor e também inspiram manipulações imagéticas que permitam pensar e articular educações menores em HIV/aids. Assim, constata-se que, ao agenciar as questões em torno do HIV/aids e da educação, os caminhos não estão prontos. Dessa forma, defende-se que as narrativas audiovisuais educam por si só e também podem ser movimentadas na instauração de educações menores, militantes, engajadas com o enfrentamento de estigmas, articuladas com a experimentação do desejo e a defesa da vida em sua potência

    • English

      This paper aims to mobilize minor educations in HIV/AIDS possible with/in/from films through cartography that takes place in written and image experiments embryonated in the encounter with cinematographic productions. To this end, three contemporary audiovisual narratives are permeated – 120 Beats per minute (2017), Letter beyond the walls (2019) and How to survive a plague (2012) – which deal with the HIV/AIDS pandemic at different times and spaces. In the films, the dimensions of the body, desire, sexuality, life and death are touched on through stories of struggle, love, friendship, solidarity, stigma, violence, beginnings and ends, mobilizing the author in creations – written and imagery – in approaches to science, biology and health education. Such productions allow for important reflections on LGBTQ+ existences and the subjectivation processes that impact them through apparatus that manage their bodies and desires. In cartographic inspirations, images and sounds move writings-encounters about affections that touch the author’s body and also inspire image manipulations that allow thinking and articulating minor educations in HIV/AIDS. Thus, it appears that,when dealing with issues around HIV/AIDS and education, the paths are not ready. In this way, it is argued that audiovisual narratives educate by themselves and can also be used in the establishment of minor, militant educations, engaged with the confrontation of stigmas, articulated with the experimentation of desire and the defense of life in its potency.


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