The debate on “Romanization”, so common since the 70’s, may have been became “naturalized” as a descriptive discourse of the provincial realities, but effectively what sustained it may have not been properly sized historiographically: non-Roman archaeological evidence or Roman but local changes that have been found and highlighted from the second quarter of the century XX. The article tries to make an analysis of the theoretical discussions that created these topoi and present two examples of archaeological evidence to attest the existence of a religious originality in Gaul Roman in the imperial period.
O debate sobre a “romanização”, já tão recorrente desde a décade de 1970, pode ter se “naturalizado” como discurso descritivo das realidades provinciais, mas efetivamente talvez não tenha sido ainda devidamente dimensionado historiograficamente o que o sustentou: as evidências arqueológicas não romanas ou romanas mas com alterações locais que foram encontradas a partir do segundo quartel do século XX. O artigo procura fazer uma análise das discussões teóricas que criaram esses tópoi e apresentar dois exemplos de evidências arqueológicas que atestariam uma “originalidade religiosa” nas Gálias Romanas no período imperial.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados