Este artículo pretende discutir el documental Kátia (Karla Holanda, 2013, 73min), diez años después del inicio de su rodaje. En este sentido, buscamos comprender la experiencia de la película a partir de la noción de performance tensa, que surge de la representación del personaje principal y sus repercusiones. Al afirmar el protagonismo de Kátia Tapety, su papel público y privado, la película en sí se problematiza como un hito del documental queer en Brasil. Pensar la película a partir de una actuación tensa significa tratar con un personaje transgénero que, al interpretar su propio papel, conduce la narrativa fílmica a partir de sus propios conflictos, arroja luz sobre su protagonismo político.
Este artigo pretende discutir o documentário Kátia (Karla Holanda, 2013, 73min) dez anos depois do início de suas filmagens. Neste sentido, busca-se compreender a experiência do filme a partir da noção de performance tensa, surgida da representação da personagem principal e suas repercussões. Ao afirmar o protagonismo de Kátia Tapety, seu papel público e privado, problematiza-se o próprio filme enquanto um marco do documentário queer no Brasil. Pensar o filme a partir da performance tensa significa lidar com uma personagem transgênera que, ao representar seu próprio papel, conduz a narrativa fílmica a partir de seus próprios conflitos, lançando luz em seu protagonismo político.
This article focuses on the documentary Kátia (Karla Holanda, 2013, 73min), a decade after it was shot. It focuses the notion of tense performance, which means dealing with a transgender character, Kátia Tapety, who presents her conflicts, as well as her politics, in a landmark queer documentary in Brazil.
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