O conceito cristidade foi redescoberto pela fenomenologia da religião na contemporaneidade como tentativa de pensar a essência da fé cristã enquanto essencialização da existência a partir da força crística. Um dos principais empenhos da fenomenologia da religião foi realizar uma epoché fenomenológica com o discurso filosófico voltado para o fenômeno religião para libertá-lo das múltiplas leituras epifenomênicas e assim deixar o fenômeno em questão aparecer em sua melhor significância para a condição histórica humana. A cristidade é antes de tudo fidelidade à inspiração crística a serviço de mundos, no qual o homem terá de partilhar com a consanguinidade de espírito e com a estranheza de mundos: terá de aprender o enraizamento decidido e a indecidibilidade de juízo acerca de mundos estranhos e num sentido total complementares.
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