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Weed interference in cassava in different cycles and cropping systems

    1. [1] Universidade Estadual do Oeste do Paraná

      Universidade Estadual do Oeste do Paraná

      Brasil

  • Localización: Scientia Agraria Paranaensis, ISSN-e 1983-1471, ISSN 1677-4310, Vol. 21, Nº. 1, 2022, págs. 45-51
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Interferência das plantas daninhas na mandioca em diferentes ciclos e sistemas de cultivos
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The study aimed to determine the interference periods of weeds in cassava ‘IAC 90’ cultivated in different cycles and cropping systems. An experiment was conducted in the period 2014/15 (1st cycle) and another was conducted from the pruning of cassava plants in the period 2015/16 (2nd cycle). The experimental design was a randomized block design with split-split plots and four replicates. The plots represented the cropping systems (conventional and no-tillage) and the split-split plots corresponded to the periods with and without coexistence with weeds (0, 25, 50, 75, 100, 125, 150, 175, 200 and 225 days after planting or pruning - DAP/DAPr). In the 1st cycle, there was no interaction between the cropping systems and the coexistence periods and, therefore, based on the acceptable losses of 5% in the root and starch yield of 'IAC 90' cassava, the PCPI was estimated between 20 and 212 DAP and 14 to 214 DAP, respectively. In the 2nd cycle, the CPPWI ranged from 17 to 176 DAPr and 30 to 216 DAPr based on the root and starch yield obtained in the conventional method, respectively. While in no-tillage, the estimated CPPWI ranged from 18 to 198 DAPr and 9 to 218 DAPr based on root and starch yield, respectively. In general, the data indicate that conventional weed management should be carried out in a more intensified way than in no-tillage. In addition, CPPWI based on starch losses can avoid losses in root production.

    • português

      Objetivou-se determinar os períodos de interferência das plantas daninhas na mandioca ‘IAC 90’ cultivada em diferentes ciclos e sistemas de cultivos. Um experimento foi conduzido em 2014/15 (1º ciclo) e outro foi conduzido a partir da poda das plantas de mandioca em 2015/16 (2º ciclo). O delineamento experimental foi blocos casualizados, com parcelas subdivididas e quatro repetições. As parcelas representaram os sistemas de cultivos (convencional e plantio direto) e as subparcelas corresponderam aos períodos com e sem convivência com as plantas daninhas (0, 25, 50, 75, 100, 125, 150, 175, 200 e 225 dias após plantio ou poda - DAP/DAPo). No 1º ciclo, não houve interação entre os sistemas de cultivos e os períodos de convivências e, portanto, com base nas perdas aceitáveis de 5% na produtividade raiz e fécula da mandioca ‘IAC 90’, estimouse o PCPI entre 20 a 212 DAP e 14 a 214 DAP, respectivamente. No 2º ciclo, o PCPI variou entre 17 a 176 DAPo e 30 a 216 DAPo com base na produtividade raiz e de fécula obtida no convencional, respectivamente. Enquanto que no plantio direto, o PCPI estimado variou entre 18 a 198 DAPo e 9 a 218 DAPo com base na produtividade de raízes e fécula, respectivamente. De maneira geral, os dados indicam que o manejo das plantas daninhas no convencional deve ser realizado de modo mais intensificado do que no plantio direto. Além de que o PCPI baseado nas perdas de fécula pode evitar as perdas na produção de raízes.


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