O objetivo do presente trabalho é analisar as críticas de Bergson às pretensões científicas de seu tempo. Compreendemos que suas críticas não tocam a ciência em si, mas as correntes que insistem em matematizar o mundo e negar a duração da vida e da consciência. A partir disso, buscamos evidenciar, ao ressaltar o papel da metafísica, que as reflexões de Bergson sobre a ciência em geral e a psicologia em particular se mantêm atuais.
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