This article, written as a scientific essay, aims to analyze existing publications in the literature on educational inequality in the use of technologies in the face of Covid-19 pandemic in the Brazilian scenario and government public policies. However, it is known tha public policies are government programs aimed at one or more areas of action, aiming at the development a dulfillment of goals that influence the lives of the population as a whole. Socioeconomic, cultural and educational inequality make Brasil one of the most unequal countries in the world and fourth in Latin America. The Covid-19 pandemic has clearly ilustrated how the country is not prepared to face the social problems imposed by the pandemic and beyond. Therefore, these problems lead us to a deep reflection on Brazilian education from the perspective of inequality and technological exclusion of a significat portion of the population. It is concluded that the simple change in the structure of schools aiming at their modernization can be more excludint than inclusive, since it is not possible to change the structure of schools without devising efficient policies to reduce the inequality present in Brasilian society, especially in the education for individuals most disadvantaged.
Este artigo, escrito em forma de ensaio científico, tem por objetivo analisar as publicações existentes na literatura sobre a desigualdade educacional no uso das tecnologias frente a pandemia do Covid-19 no cenário brasileiro e as políticas públicas do governo. Entretanto, sabe-se que as políticas públicas são programas do governo voltado a uma ou mais áreas de atuação, visando o desenvolvimento e cumprimento das metas que influenciam na vida da população como um todo. A desigualdade socioeconômica, cultural e educacional faz do Brasil um dos países mais desigual do mundo e quarto da América-Latina. A pandemia de Covid-19 vem ilustrando de forma clara o quanto o país não está preparado para enfrentar os problemas sociais impostos pela pandemia e não só. Portanto, esses problemas nos levam a uma reflexão profunda sobre a educação brasileira na perspectiva da desigualdade e exclusão tecnológica de uma parcela significativa da população. Conclui-se que a simples mudança na estrutura das escolas visando sua modernização pode ser mais excludente do que inclusiva, visto que, não cabe mudar a estrutura das escolas sem traçar políticas eficientes para reduzir a desigualdade presente na sociedade brasileira, sobretudo na educação dos indivíduos mais desfavorecidos.
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