Brasil
El aporte de este artículo reside en un intento de resolver el problema de los estudios estéticos y su relación con lo sagrado, a partir del aporte teórico de Rudolf Otto sobre los numinosos y cánones filosóficos de la categoría de lo sublime, realizado por Schiller y Longino, dando lugar, así, al potente cine de director ruso Andrei Tarkovsky, concretamente, en su película El espejo (1975);
y también por su pensamiento teórico, cuya idea percibió en ventanas de imágenes cinematográficas, por así decirlo, en las que el hombre puede acceder a los goces espirituales. A pesar de la dificultad intrínseca del problema, queremos demostrar a través de ejemplos del filme, la relación fronteriza que mantenía la obra del cineasta ruso entre una experiencia genuinamente estética y una experiencia que coquetea con lo sagrado.
A contribuição deste artigo reside em uma tentativa de equacionar o problema que envolve os estudos estéticos e sua relação com o sagrado, a partir do aporte teórico de Rudolf Otto sobre o numinoso e dos cânones filosóficos da categoria do sublime, feito Schiller e Longino, desaguando, assim, no potente cinema do diretor russo Andrei Tarkovski, especificamente, em seu filme O espelho (1975); e também por seu pensamento teórico, cuja ideia percebia nas imagens cinematográficas janelas, por assim dizer, em que o homem pode ter acesso a fruições espirituais. Apesar da dificuldade intrínseca do problema, queremos demonstrar, através de exemplos do filme, a relação fronteiriça que a obra do cineasta russo manteve entre uma experiência genuinamente estética e uma experiência que flerte com o sagrado.
The contribution of article resides in an attempt to solve the problem that involve aesthetic studies and their relationship between with the sacred., based on the theoretical contribution of Rudolf Otto on the numinous and philosophical canons of the category of the sublime, made by Schiller and Longino, resulting in, thus, in the powerful cinema of the Russian director Andrei Tarkovsky, specifically, in his film The mirror (1975); and also for his theoretical thinking, whose idea he perceived in cinematographic images windows, so to speak, in which man can have access to spiritual enjoyments. Despite the intrinsic difficulty of the problem, we want to demonstrate, through examples from the film, the border relationship that the work of the Russian filmmaker maintained between a genuinely aesthetic experience and an experience that flirts with the sacred.
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