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Representações inconscientes em Kant: uma reflexão sobre a fantasia musical

  • Autores: Aline Brasiliense dos Santos Brito
  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 49, Nº. 2, 2022, págs. 449-460
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Unconscious representation in Kant: a reflection on musical fantasy
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article aims to present and analyze the concept of unconscious representation in the aesthetic sphere in Kant using the example of musical fantasy. Unconscious representations constitute a topic debated by Kant, especially in the writings of Anthropology and refer to the unconscious cognitive activity present in the faculties of understanding, reason and imagination. In Anthropology from a pragmatic point of view and other textbooks of Anthropology, the theme is highlighted from the aesthetic point of view with regard to a particular example: the composition of musical fantasy, an used by John Locke in his Essays to present the act of improvisation as a cognitive activity that would have its vital principle not in the unconscious activity, but in the association of ideas. In addition to an example, the recurrence of the example in Kant reflects his theorization and understanding of unconscious aesthetic representations as a broad and positive field.

    • português

      Este artigo tem por objetivo apresentar e analisar o conceito de representação inconsciente no âmbito estético em Kant a partir do exemplo da fantasia musical. As representações inconscientes constituem um tema debatido por Kant, sobretudo nos escritos de Antropologia e remetem a atividade cognitiva inconsciente presente nas faculdades do entendimento, da razão e imaginação. Na Antropologia de um ponto de vista pragmático e demais compêndios de Antropologia, o tema é destacado sob o ponto de vista estético no que tange a um exemplo particular: a composição da fantasia musical, em exemplo utilizado por John Locke em seus Ensaios para apresentar o ato da improvisação como uma atividade cognitiva que teria seu princípio vital não na atividade inconsciente, mas na associação de ideias. Para além de um exemplo, a recorrência do exemplo em Kant, espelha a sua teorização e compreensão das representações inconscientes estéticas como um campo amplo e positivo.


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