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Uma definição de natureza em Plotino, segundo os tratados 27-29 (En. IV. 3-5) e 30 (III. 8)

    1. [1] Centre National de la Recherche Scientifique

      Centre National de la Recherche Scientifique

      París, Francia

    2. [2] Universidade Federal do Rio Grande do Sul

      Universidade Federal do Rio Grande do Sul

      Brasil

  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 49, Nº. Extra 1, 2022 (Ejemplar dedicado a: Número especial sobre Neoplatonismo - Fontes e Diálogos), págs. 1-18
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • A definition of nature (phúsis) in Plotinus, according to treatises 27-28 (Enn. IV, 3-5) and 30 (III, 8)
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Os escritos de Plotino estão repletos de doutrinas estoicas e peripatéticas veladas, como nos informa Porfírio (Vida de Plotino, 14). Isso é particularmente óbvio no que concerne à doutrina da natureza (phúsis). Plotino tentou realizar uma síntese entre, por um lado, o platonismo, que o levou a colocar o Uno, o Ser e a Alma além do universo e separá-los dele; e, por outro lado, o vitalismo estoico, que dota o universo com uma energia vital que os o molda em uma série indefinida de ciclos.

    • English

      Plotinus’ writings are full of concealed Stoic and Peripatetic doctrines, as Porphyry informs us (Life of Plotinus, 14). This is particularly obvious as far as the doctrine of nature (phúsis) 3 is concerned. Plotinus tried to carry out a synthesis between, on the one hand, Platonism, which led him to place the One, Being, and the Soul, beyond the universe and separate from it ; and, on the other hand, Stoic vitalism, which endows the universe with a vital energy that fashions it in an indefinite series of cycles.


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