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Reconhecimento ideológico e intimidades políticas

  • Autores: Bárbara Buril
  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 43, Nº. 2, 2016 (Ejemplar dedicado a: Reconhecimento), págs. 91-112
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article aims at presenting and questioning the fragilities of the reflections about ideological recognition carried out by the philosopher Axel Honneth, being the main one the negation of the private sphere as a space permeated by power relations. Initially, it will be resumed the theoretical route developed by Honneth to conceive the idea of ideological recognition. Then, it will be presented specific critiques developed by some philosophers towards these Honnethian reflections. In my point of view, the more relevant and forceful one is the critique which points out the depoliticization of the private both in The struggle for recognition and in Recognition ans ideology. When Honneth denies that the private sphere is also permeated by power relations, he makes invisible experiences of recognition constituted in the private sphere and capable of provoking subjection, domination, coercion and submission, for example. Approaching private sphere in its political complexity is, therefore, the way that should be walked by a critical theory whose main goal is illuminating the most variagated shades of social experiences of suffering.

    • português

      Este artigo busca apresentar e problematizar as fragilidades das reflexões sobre reconhecimento ideológico empreendidas pelo filósofo Axel Honneth, sendo a principal delas a negação da esfera privada como um espaço permeado por relações de poder. Inicialmente, será retomado o percurso teórico desenvolvido por Honneth para conceber a ideia de reconhecimento ideológico. Em seguida, serão apresentadas críticas específicas direcionadas a essas reflexões. A meu ver, a crítica mais pertinente e contundente é aquela que aponta a despolitização do privado tanto em Luta por reconhecimento como em Reconhecimento como ideologia. De fato, ao negar que a esfera privada também é permeada por relações de poder, Honneth torna invisíveis experiências de reconhecimento constituídas no âmbito privado capazes de provocar sujeição, dominação, coação e submissão, por exemplo. Abordar a esfera privada em sua complexidade política seria, portanto, o caminho a ser percorrido por uma teoria crítica cujo objetivo é o de iluminar os mais variados matizes das experiências sociais de sofrimento. 


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