Brasil
This article traces back to the origins of tolerance as a pragmatic politic of the absolutist onarchy through its transformation into an indispensable tool for the establishment of religious pluralism in a democracy. The author makes a distinction between the mere olerance to displaced people, considered lower, and the tolerance based on mutual recognition and mutual acceptance of visions of divergent worlds. This last type of tolerance allows religions and democracy to live together in a plural ambient and opens the way for the reconciliation between multiculturalism and equality.
Este artigo traça as origens da tolerância enquanto política pragmática da monarquia absolutista através de sua transformação em uma ferramenta indispensável para o estabelecimento do pluralismo religioso na democracia. O autor faz a distinção entre a mera tolerância aos deslocados, considerados como inferiores, e a tolerância baseada no reconhecimento mútuo e na mútua aceitação de visões de mundo divergentes. Este último tipo de tolerância permite que as religiões e a democracia coexistam em um ambiente plural e abre o caminho para a reconciliação entre multiculturalismo e igualdade.
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