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Physis e cosmotécnica:: um desenvolvimento na filosofia da tecnologia a partir de Yuk Hui

    1. [1] Universidade de Coimbra

      Universidade de Coimbra

      Coimbra (Sé Nova), Portugal

    2. [2] Universidade Federal de Pernambuco

      Universidade Federal de Pernambuco

      Brasil

  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 49, Nº. 3, 2022 (Ejemplar dedicado a: Dossiê temático A physis em uma filosofia da técnica pós-heideggeriana), págs. 139-166
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Physis and Cosmotechnics:: a development in the philosophy of technology from Yuk Hui
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      It can be said that the 1953 text “The question concerning technology” took the first step in consolidating the philosophy of technology as a discipline. It is correct, however, that this field of philosophy has already undergone many other contributions. Thus, starting from a presentation of the concept of phýsis (φύσις), the concept of cosmotechnics is developed, as presented by Yuk Hui. On the one hand, the term cosmotechnics alludes to the two central concepts of nature and technique, which leads to an explanation attempt that accounts for the totality of beings. On the other, the term pretends to dissolve the dualism between culture and technology based on the central notions of Qi (器) e Dao (道). Thus, based on a critical reading of the 1953 Heideggerian text, this article points to the works of Yuk Hui as an notable example of a thinker that follows in sui generis fashion the way posited by Heidegger’s account.

    • português

      Pode-se dizer que o texto “A Questão da Técnica” de 1953 deu o primeiro passo na consolidação da filosofia da tecnologia enquanto disciplina. Partindo de uma apresentação do conceito de phýsis, desenvolve-se o conceito de cosmotécnica, assim como apresentado pelo Yuk Hui. O termo cosmotécnica faz alusão aos dois conceitos centrais de natureza e de técnica, o que leva a uma tentativa de explicação que dê conta de um âmbito total do ente. Dessa forma, pautado em uma leitura crítica do texto heideggeriano de 1953, o presente artigo aponta para o trabalho de Yuk Hui como um exemplo notável de um pensador que segue de maneira sui generis a trilha posta pelo relato heideggeriano.


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