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On collaborative reference and the roles of the interlocutor

    1. [1] Instituto de Investigaciones Filosóficas, Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), BA-Lingphil, Argentina
  • Localización: Perspectiva Filosófica: PF, ISSN-e 2357-9986, ISSN 0104-6454, Vol. 45, Nº. 2, 2018 (Ejemplar dedicado a: Varia), págs. 98-110
  • Idioma: inglés
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this work, I explore the idea that collaboration is required for the completion of acts of referring by asserting propositional content. This claim is supported by an empirical framework first proponed by HH Clark and his coauthors in the late 1980s, but currently under development by researchers in areas such as sociology, linguistics and psychology. I intend to show that, in what concerns philosophical investigations focused on speaker reference, we have reason to suppose that speaker reference is also audience-directed, as suggested by Kent Bach in a recent work. Consequently, we need a nonidealized theory of assertions compatible with the empirical observations of how dyadic spontaneous conversations work. For that, I focus on a critique of Stalnaker’s theory of assertion and offer ways to overcome the difficulties it brings up, defending a collaborative view of assertion-making and acts of referring.

    • português

      Neste trabalho, eu exploro a ideia de que a colaboração é requerida para a completude de atos de referir-se ao asserir conteúdo proposicional. Essa afirmação é sustentada por um marco empírico proposto primeiramente por HH Clark e seus coautores em fins dos anos 80, mas que está correntemente sendo desenvolvido por pesquisadores nas áreas de sociologia, linguística e psicologia. Eu pretendo mostrar que, no que concerne às investigações filosóficas centradas na referência do falante, nós temos boas razões para supor que atos de referir são também direcionados ao ouvinte, como é sugerido por um trabalho recente de Kent Bach. Consequentemente, nós precisamos de uma teoria não-idealizada de asserções compatível com a observação empírica de como conversas diádicas reais funcionam. Para isso, eu enfoco em uma crítica à teoria da asserção de Stalnaker e ofereço formas de superar as dificuldades por ela trazidas, defendendo uma visão colaborativa da performance de asserções e dos atos de referência do falante.


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