Nos hallamos ante un aspecto capital, desde el que se rebate en nuestros días el privilegio otorgado a la escritura, como publiqué en este escrito en mi blog en noviembre de 2022. La oralidad no señala una imperfección o una carencia, sino una modalidad particular, en absoluto inferior, de elaboración y transmisión cultural. Los gitanos, en este sentido, no son “á-grafos”, “an-alfabetos” (¿por qué definir la singularidad en términos de una ausencia?): vivencian una cultura de la oralidad, en expresión de A. R. Luria, E. A. Havelock, W. Ong y otros.
We are faced with a capital aspect, from which the privilege granted to writing is refuted in our days, as I published in this writing on my blog in November 2022. Orality does not point to an imperfection or a lack, but a particular modality, not at all inferior, of cultural elaboration and transmission. The gypsies, in this sense, are not "a-graphs", "an-alphabets" (why define singularity in terms of an absence?): they experience a culture of orality, in the expression of A. R. Luria, E. A. Havelock, W. Ong and others.
Estamos diante de um aspecto capital, do qual o privilégio concedido à escrita é refutado em nossos dias, conforme publiquei neste escrito em meu blog em novembro de 2022. A oralidade não indica uma imperfeição ou uma falta, mas uma modalidade particular, não no todos inferiores, de elaboração e transmissão cultural. Os ciganos, nesse sentido, não são "a-grafos", "an-letrados" (por que definir a singularidade em termos de uma ausência?): eles vivenciam uma cultura da oralidade, na expressão de A. R. Luria, E. A. Havelock , W. Ong et al.
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