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Guy Debord and other iconoclasts. A dialogue between The society of the spectacle and Value criticism

  • Autores: Mariana Toledo Borges
  • Localización: Constelaciones: Revista de Teoría Crítica, ISSN-e 2172-9506, Vol. 14, 2022 (Ejemplar dedicado a: Crítica cultural y sociedad en un capitalismo de expectativas decrecientes), págs. 298-321
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Guy Debord e outros iconoclastas: O “sujeito automático” como forma de inconsciência em A sociedade do espetáculo
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      O objetivo deste texto é estabelecer uma leitura da principal obra do situacionista francês Guy Debord, A sociedade do espetáculo, publicada em 1967, à luz de alguns autores da vertente marxista contemporânea denominada de Crítica do Valor (Wertkritik). O enfoque se dará na relação entre o conceito de imagem, subjacente à ideia de “espetáculo”, e os conceitos de sujeito automático e de inconsciência tal como mobilizados por Anselm Jappe, Moishe Postone e Robert Kurz, com uma breve incursão pela oposição entre consciência e inconsciente na psicanálise de Freud.

    • English

      This article aims to set an interpretation of the main work of the French situationist Guy Debord The society of the spectacle, published in 1967, in the light of some authors of the contemporary Marxist strand known as Value criticism (Wertkritik). My focus will be on the relation between the concept of image implied in the idea of “spectacle” and the concepts of automatic subject and unconsciousness as applied by Anselm Jappe, Moishe Postone and Robert Kurz, with a brief incursion through the opposition between consciousness and unconscious in Freudian psychoanalysis.


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