This article discusses the presence of men considered “colored” in the army at the beginning of the Brazilian imperial period, from the case of the province of Santa Catarina. The categories used to define the peoples' color and classify them by social hierarchies were relevant when thinking about the creation and maintenance of military corps. It is argued that the armed forces, and periods of conflict, in particular, increased the possibilities for freedmen or slaves to seek to expand their degree of freedom. Following the parameters of the New Military History, this article uses the documentation exchanged between the authorities responsible for thinking about the recruitment
O presente artigo discute a presença de homens considerados “de cor” nas forças armadas no início do período imperial brasileiro, a partir do caso da província de Santa Catarina. As categorias utilizadas para definir a cor dos sujeitos e classificá-los por hierarquias sociais eram relevantes quando se pensava a criação e manutenção de corpos militares. Argumenta-se que as forças armadas, e os períodos de conflito, em especial, aumentavam as possibilidades para que libertos ou escravos buscassem ampliar seu grau de liberdade. Partindo dos parâmetros da Nova História Militar, utiliza-se documentação trocada entre as autoridades responsáveis por pensar o recrutamento
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados