Este artículo busca presentar algunos de los desafíos actuales de la etnografía en América Latina. Se abordan los campos epistemológicos, metodológicos, políticos y experienciales como nodos interconectados que integran el quehacer etnográfico. Se discute un interrogante que ha guiado a los antropólogos en las últimas décadas ¿Qué papel ocupa un etnógrafo en la realidad social a la cual se aproxima? Así, se busca develar la importancia de la producción de conocimientos compartidos entre quienes son llamados «interlocutores» y los investigadores. Además, se plantea que, es posible una investigación que pase por repensar los paradigmas que han guiado la producción del conocimiento académico occidental, abriendo la posibilidad de validar los conocimientos locales a través de un ejercicio intelectual.
This article presents some ongoing challenges faced by ethnography across Latin America. The fields of epistemology, methodology, politics, and experiencial are approached as interconnected nodes making up the ethnographic work. A guiding inquiry for anthropologists throughout the last decade is discussed, namely, what is the role of an ethnographer in the social reality he or she approaches? Thus, we aim to reveal the importance of producing shared knowledge among the so-called ‘interlocutors’ and researchers. Furthermore, we advance the possibility of conducting research by rethinking the paradigms guiding Western scholarly knowledge production, opening the possibility to validate local wisdoms through an intellectual exercise.
Este artigo procura apresentar alguns dos desafios atuais da etnografia na América Latina. Abordam-se os campos epistemológicos, metodológicos, políticos e experienciais como nodos interconectados que integram o trabalho etnográfico. Discute-se um interrogante que guiou os antropologos nas últimas décadas: Qual é o papel que ocupa um etnógrafo na realidade social da qual se aproxima? Assim procura-se revelar a importância da produção de conhecimentos compartilhados entre os chamados “interlocutores” e os pesquisadores. Além disso, propõe-se que é possível uma pesquisa que repense os paradigmas que tem orientado a produção do conhecimento acadêmico ocidental, abrindo a possibilidade de validar os conhecimentos locais por meio de um exercício intelectual.
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