Que trabajando se aprende es una obviedad que nadie cuestiona. Con la expansión educativa que inició en la segunda mitad del siglo XX, trasladamos nuestra atención hacia la educación formal como fuente de “Capital Humano” relegando a la experiencia laboral como algo posterior y subordinado a la escolarización. En la actualidad, se está produciendo un tímido retorno a valorar la experiencia laboral como fuente de aprendizajes. En este texto se analiza el trabajo de los estudiantes universitarios a partir de los resultados de dos tesis doctorales, una sobre los estudiantes de licenciatura de la Universidad Autónoma Metropolitana Azcapotzalco y otra, sobre la experiencia laboral previa de los estudiantes de maestría en la Universidad de Guadalajara, en ambos casos se emplea un enfoque cuantitativo y generación de tipologías. No se dispone de datos estadísticos representativos sobre el trabajo del conjunto de los universitarios mexicanos, pero los dos casos presentados, muestran cómo los procesos de aprendizaje, tanto de estudiantes de grado como de maestría, implican en realidad que la mayoría de los estudiantes universitarios trabaja durante sus estudios y/o ha trabajado anteriormente configurando lo que llamamos un enorme “Sistema Dual Espontáneo”.
That one learns by working is a statement that no one questions. With the educational expansion that began in the second half of the 20th century, we shifted our attention to formal education as a source of "Human Capital", relegating work experience as something that is subsequent and subordinate to schooling. Currently, there is a modest return to valuing work experience as a source of learning. This text analyzes the work of university students based on the results of two doctoral dissertations: one on undergraduate students at the Autonomous Metropolitan University Azcapotzalco and the other on the previous work experience of master's degree students at the University of Guadalajara, in both cases using a quantitative approach and the generation of typologies. Representative statistical data on the work of all Mexican university students are not available, but the two cases presented show how the learning processes of both undergraduate and master's degree students actually imply that most university students work while studying and/or have previously worked, configuring what we call a huge "Spontaneous Dual System".
Que você aprende trabalhando é um truísmo que ninguém questiona. Com a expansão da educação que começou na segunda metade do século XX, mudamos nossa atenção para a educação formal como fonte de "Capital Humano", relegando a experiência laboral como algo subsequente e subordinado à escolaridade. Na atualidade, se está produzindo um tímido retorno para valorizar a experiência laboral como fonte de aprendizado. Neste texto se analisa o trabalho dos estudantes universitários a partir dos resultados de dois teses de doutorado, uma sobre os estudantes de licenciatura da Universidade Autónoma Metropolitana Azcapotzalco e outra, sobre a experiência laboral prévia dos estudantes de mestrado na Universidade de Guadalajara, em ambos os casos, emprega uma abordagem quantitativa e geração de tipologias. Não se dispõe de dados estatísticos representativos sobre o trabalho do conjunto dos universitários mexicanos, mas os casos apresentados, mostram como os processos de aprendizagem, tanto de estudantes de grau como de maestría, implicam em realidade que a maioria dos estudantes universitários trabalha durante seus estudos e/ ou já trabalhou anteriormente, configurando o que chamamos de um enorme "Sistema Dual Espontâneo".
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados