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Mortalidade na infância por causas evitáveis à atenção básica em saúde: um estudo ecológico

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

    2. [2] Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser, Campo Grande-MS
    3. [3] Universidade Estadual do Piauí
  • Localización: Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde - RBPS, ISSN-e 2446-5410, Vol. 24, Nº. 1, 2022, págs. 87-102
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Childhood mortality for avoidable causes to basic health care: an ecological study
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Introduction: Preventable deaths in Primary Health Care are those that can be prevented by access and the quality of this service. Objective: to evaluate the association of Primary Care services with the childhood mortality rate due to preventable causes. Methods: ecological study with 36,362 family health teams that adhered to the National Program to Improve Access and Quality of Primary Care, and with data from the public domain information systems in 2015. To analyze, a linear model was used widespread. Results: the coefficient was 1.5 deaths per 100 live births. There was an association with the outcome in the North region not using risk stratification protocols, not having records about: monitoring the pregnant woman’s dental appointment, vaccination of the pregnant woman, child growth and development, respective nutritional status, and presence of family violence. The absence of active search for children with low weight and the lack of understanding of Law nº 11,265 were also associated with the coefficient (p <0.05). Conclusion: it is essential that Primary Care services are managed, they are basic to reducing childhood deaths.

    • português

      Introdução: A compreensão de fatores associados às mortes evitáveis à Atenção Básica (AB) pode contribuir com apontamentos que melhorem a oferta desse serviço. Objetivo: avaliar a associação dos serviços da AB com o coeficiente da mortalidade na infância por causas evitáveis. Métodos: estudo ecológico com 36.362 equipes de saúde da família que aderiram ao Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Foram utilizados dados do módulo II da avaliação externa do PMAQ-AB, e dos sistemas de informação de domínio público do ano de 2015. Para análise, foi utilizado um modelo linear generalizado, assumindo-se o nível de significância de 5% (p<0,05). Resultados: o coeficiente foi de 1,5 óbitos por 100 nascidos vivos. Houve associação com o desfecho à região Norte não utilizar protocolos de estratificação de risco e não ter registro sobre: acompanhamento da consulta odontológica da gestante, crescimento e desenvolvimento da criança, e presença de violência familiar. A ausência de busca ativa das crianças com baixo peso e a falta de entendimento da Lei n° 11.265 também foram associadas com o coeficiente (p<0,05). Conclusão: Há fatores do serviço associados ao coeficiente da mortalidade na infância. Assim, é imprescindível que os serviços da AB sejam qualificados, visando assegurar a saúde e vida das crianças.


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