Brasil
El artículo en pantalla pretende socializar reflexiones acerca de la Metodología Formativo Comprehensiva (MFC) creada con la intención de formar educadores sociales teórico-prácticos reflexivos. El campo experimental de esta metodología es la formación de educadores sociales, realizada en y por la Facultad de Educación de la Universidad Federal Fluminense, en el Curso de Extensión en Pedagogía Social para el Siglo XXI, con el auspicio del Proyecto PIPAS-UFF ( Grupo de Investigación, Docencia y Extensión en Formación Inicial y Continuada de Educadores de Niños y Jóvenes en Situación de Vulnerabilidad - CNPq). Aborda principios epistemológicos que apuntan más allá de los hallazgos de una encuesta; ella es proposicional. Al no aceptar la realidad como lista y terminada, pretende superar los desafíos que surgen de la investigación realizada a través de la construcción colectiva de alternativas que buscan no solo denunciar, sino anunciar lo nuevo. Como presagio de la nueva era, este artículo expresa posibilidades para avanzar, de una manera diferente a la anterior. Como principales aportes teóricos tenemos: Freire (2001), al trabajar sobre la importancia de las elecciones del educador frente a sus alumnos; Maturana (1998), al reflexionar sobre la importancia de aceptar al otro en su legitimidad, Prigogine (1996), al señalar que la ciencia es una empresa colectiva, y Santos (2010), al tejer reflexiones sobre el paradigma emergente.
O artigo em tela objetiva socializar reflexões acerca da Metodologia Formativa-Compreensiva (MFC) criada com o intuito de formar educadores sociais teórico-práticos reflexivos. O campo experimental dessa metodologia é a formação de educadores sociais, realizada na e pela Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, No Curso de Extensão em Pedagogia Social para o Século XXI, sob os auspícios do Projeto PIPAS-UFF (Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Formação Inicial e Permanente de educadores de Crianças e Jovens em Situação de Vulnerabilidades - CNPq).
Aborda princípios epistemológicos que apontam para além dos achados de uma pesquisa; ela é propositiva.
Por não aceitar a realidade como pronta e acabada, visa à superação dos desafios oriundos da investigação realizada por meio da construção coletiva de alternativas que buscam não apenas denunciar, mas anunciar o novo. Como arautos do novo tempo, o presente artigo expressa possibilidades de seguir adiante, de modo diferente outrora. Como principais aportes teóricos contamos com: Freire (2001), ao trabalhar a importância das escolhas do educador perante seus educandos; Maturana (1998), ao refletir sobre a importância da aceitação do outro em sua legitimidade, Prigogine (1996), ao sinalizar ser a ciência um empreendimento coletivo e Santos (2010), ao tecer reflexões sobre o paradigma emergente.
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