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Fragmentação socioespacial e consumo na periferia de São Paulo

  • Autores: Maria Encarnação Beltrão Sposito
  • Localización: Tlalli: Revista de Investigación en Geografía, ISSN-e 2683-2275, Nº. 8, 2022, págs. 56-85
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Socio-spatial fragmentation and consumption in the periphery of São Paulo
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Socio-spatial fragmentation is a multidimensional and complex process. The polysemy that accompanies the word fragmentation, from the international scale, at the geopolitical level, to the scale of the city, valuing the social, political, economic, or cultural aspects, shows the breadth of the process but, also, requires conceptual and methodological attention. In this article, we analyze the process of socio-spatial fragmentation in urban space from the perspective of the inhabitants of the periphery. They settled and remained in the spatial order of the previous period, the center-periphery, and faced the challengesof integration and coexistence in the fragmented city. The empirical basis of the analysis is supported by interviews with residents of the neighborhood of Pimentas, in the city of Guarulhos, State of São Paulo, Brazil. Two urban scales, the city, and the metropolis, are seen from the spatial choices made to consume goods and services. This analysis contemplates the relations between peripheral condition and consumption, between consumption and centrality, and, finally, the construction of the idea of a center in the periphery.

    • português

      A fragmentação socioespacial é um processo multidimensional e complexo. A polissemia que acompanha a palavra fragmentação, desde a escala internacional, no plano geopolítico, até a escala da cidade, valorizando os aspectos sociais, políticos, econômicos ou culturais, mostra a amplitude do processo, mas, ao mesmo tempo, exige atenção conceitual e metodológica. Neste artigo, analisamos o processo de fragmentação socioespacial no espaço urbano, a partir da perspectiva dos habitantes da periferia, que se estabeleceram e permanecem na ordem espacial do período anterior, o centro-periferia, e enfrentam os desafios de integração e convivência na cidade fragmentada. A base empírica da análise assenta-se em entrevistas realizadas com moradores do bairro de Pimentas, na cidade de Guarulhos, Estado de São Paulo, Brasil. Duas escalas urbanas, a da cidade e a da metrópole, são vistas a partir das escolhas espaciais feitas para o consumo de bens e serviços. A análise contempla as relações entre condição periférica e consumo, entre consumo e centralidade e, por fim, sobre a construção da ideia de centro na periferia.


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