Escribir es dibujar, es construir una identidad, una habitación propia; es pronunciar el mundo a muchas voces para transformarlo. Es una construcción intersubjetiva y una acción política que pasa por la exteriorización de los códigos culturales y lugares desde donde se enuncia (Freire, 2005) hasta llegar a las lecturas e interpretaciones de otras y otros, es decir, a la esfera de lo público. Escribir se nos presenta como posibilidad histórica de la memoria, de la disputa por el poder, la verdad y el conocimiento, pero también como camino que se recorre para encontrar placer estético y reafirmarnos en la vastedad de lo finito, en la babel de lo singular y en la vanidad de mostrarnos con nuestras emociones y pensamientos, o lo que es lo mismo, de ser y estar en el mundo.
Writing is drawing, it is building an identity, a room of your own; it is to pronounce the world in many voices to transform it. It is an intersubjective construction and a political action that goes through the externalization of cultural codes and places from where it is enunciated (Freire, 2005) until it reaches the readings and interpretations of others, that is, to the public sphere. Writing is presented to us as a historical possibility of memory, of the dispute for power, truth and knowledge, but also as a path that is traveled to find aesthetic pleasure and reaffirm ourselves in the vastness of the finite, in the babel of the singular. and in the vanity of showing ourselves with our emotions and thoughts, or what is the same, of being and being in the world.
Escrever é desenhar, é construir uma identidade, um quarto próprio; é pronunciar o mundo em muitas vozes para transformá-lo. É uma construção intersubjetiva e uma ação política que passa pela externalização de códigos e lugares culturais de onde se enuncia (Freire, 2005) até chegar às leituras e interpretações alheias, ou seja, à esfera pública. A escrita apresenta-se-nos como uma possibilidade histórica de memória, de disputa de poder, verdade e saber, mas também como caminho percorrido para encontrar o prazer estético e reafirmar-nos na vastidão do finito, na babel do singular. .e na vaidade de nos mostrarmos com as nossas emoções e pensamentos, ou seja, de estar e estar no mundo.
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