El objetivo del experimento fue estudiar el desempeño productivo y reproductivo de vacas alimentadas en dos niveles de energía en el último tercio de gestación y el desempeño productivo y reproductivo de la descendencia. Treinta y una vacas británicas multíparas gestando hembras, fueron asignadas el Día –90 (Día 0 = parto) a dos niveles de consumo de energía hasta el parto: 125 % (ALTO; n = 15) y 75 % (BAJO; n = 16). Luego del nacimiento, las terneras permanecieron con sus madres hasta el destete; a los 2 años de edad fueron inseminadas. En las vacas fue analizado el peso vivo (PV), la condición corporal (CC), la concentración de ácidos grasos no esterificados (AGNE), producción de leche y el diagnóstico de actividad ovárica (DAO). En terneras F1 fue analizado el PV, ganancia de peso diaria (GD) y hormonas metabólicas hasta el destete; del destete en adelante como vaquillonas F1, se evaluaron el PV, la GD, la CC, el DAO y preñez; en terneras F2, el PV y la GD. El tratamiento afectó la CC en la lactancia (ALTO = 4.2 ± 0.04 u vs BAJO = 3.9 ± 0.05 u, P < 0.05), la concentración de AGNE desde el parto al destete (ALTO = 0.46 ± 0.02 mmol/L vs BAJO = 0.37 ± 0.02 mmol/L, P = 0.05) y el intervalo partoconcepción de las vacas (ALTO = 102 ± 2.6 días vs BAJO = 124 ± 2.7 días, P < 0.05), pero no afectó la producción de leche. El tratamiento de las vacas afectó el PV al destete (ALTO = 201 ± 3.7 kg vs BAJO = 188 ± 4.1 kg, P < 0.05) y la GD al destete (ALTO = 0.90 ± 0.02 kg vs BAJO = 0.84 ± 0.02 kg, P < 0.05) de las F1. Del destete a la pubertad, la GD y el PV de las F1 no fue afectado por los tratamientos. Las terneras F2 no fueron afectadas por los tratamientos. Las vacas de BAJO movilizaron reserva corporal, mantuvieron la producción de leche y alargaron el período partoconcepción. La restricción nutricional materna tuvo efecto en las variables de la descendencia F1 al destete y posteriormente se diluyeron.
O objetivo deste experimento foi estudar o desempenho produtivo e reprodutivo de vacas alimentadas com dois níveis de energia no último terço da gestação no desempenho produtivo e reprodutivo da sua progênie. Trinta e uma vacas multiparas, de raças britânicas e gestando um feto fêmea, foram distribuídas aleatoriamente ao Dia 90 (Dia 0 = parto) à dietas com dois níveis de consumo de energia até o parto: 125 % (ALTO; n=15) e 75 % (BAIXO; n = 16). Após o nascimento, as bezerras permaneceram com as suas mães até o desmame e aos 2 anos de idade elas foram inseminadas. As vacas foram avaliadas quanto ao peso vivo (PV), condição corporal (CC), concentração de ácido graxo não esterificado (AGNE), produção de leite e atividade ovariana diagnóstica (DAO). As fêmeas F1 foram avaliadas usando as medidas de PV, ganho de peso diário (GD) e niveis de hormonas metabólicas até o desmame. A partir do desmame, as novilhas F1 foram avaliados quanto ao PV, GD, CC e DAO, e as bezerras F2 foram avaliados quanto ao PV e GD. O tratamento afetou a CC das fêmeas em lactação (ALTO = 4.2 ± 0.04 vs BAIXO = 3.9 ± 0.05, P < 0.05), a concentração de AGNE do parto ao desmame (ALTO = 0.46 ± 0.02 mmol/L vs BAIXO = 0.37 ± 0.02 mmol/L, P = 0.05) e o intervalo partoconcepção das vacas (102 ± 2.6 dias para ALTO e 124 ± 2.7 dias para BAIXO, P < 0.05), mas não afetou a produção de leite. O tratamento das vacas afetou o PV ao desmame (ALTO = 201 ± 3.7 kg vs BAIXO = 188 ± 4.1 kg, P < 0.05) e GD ao desmame (ALTO = 0.90 ± 0.02 kg vs BAIXO = 0.84 ± 0.02 kg, P < 0.05) das F1. Do desmame à puberdade, o GD e o PV de animais F1 não foram afetados pelos tratamentos. As variáveis obtidas em animais F2 não foram afetadas pelos tratamentos. As vacas BAIXO mobilizaram a reserva corporal, mantiveram a produção de leite e prolongaram o período de partoconcepção. A restrição nutricional materna teve efeito significativo sobre as variáveis estudadas na descendência F1 ao desmame e foi posteriormente diluída.
The objective of the experiment was to evaluate the productive and reproductive performance of cows fed on two energy levels in the last third of gestation and productive and reproductive performance of the offspring. Thirtyone multiparous pregnant British cows, carrying a female foetus, were assigned on Day 90 (Day 0 = calving) to two levels of energy intake until parturition, treatments: 125 % of the requirements (HIGH; n = 15) and 75 % of the requirements (LOW; n = 16). After calving, mothers and calves F1 remained together until weaning and all of the heifers were artificially inseminated at two years old. In the cows, live weight (LW), body condition score (BC), the concentration of nonesterified fatty acids (AGNE), milk production and diagnosis of ovarian activity (DOA) were recorded. In the offspring F1, the following parameters were analysed: in calves LW, BCS and metabolic hormones, in heifers LW, BCS and DOA, and in their offspring F2 LW and weight gain (WG). The feeding treatments of cows affected the BCS in the lactation period (4.2 ± 0.04 u for HIGH and 3.9 ± 0.05 u for LOW, P < 0.05), the AGNE concentrations from calving to weaning (0.46 ± 0.02 mmol/L for HIGH vs 0.37 ± 0.02 mmol/L for LOW, P = 0.05), and the calvingconception interval (102 ± 2.6 days for HIGH and 124 ± 2.7 days for LOW, P < 0.05), but did not affect milk production. Treatment of cows affected the LW at weaning (201 ± 3.7 kg vs 188 ± 4.1 kg, P < 0.05) and WG at weaning (0.90 ± 0.02 kg vs 0.84 ± 0.02 kg, P < 0.05) of F1 cows. From weaning to puberty WG and LW of F1 were not affected by treatments. F2 calves were not affected by treatments. The LOW cows mobilized body reserve, maintained milk production and lengthened the calvingconception period. Maternal nutritional restriction had an effect on offspring variables at weaning and thereafter were diluted.
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