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Leucippe and Clitotophon by Achilles Tatius is the only one of the five Greek ideal novels narrated in first person, and it presents a unique development of the topic of the genre. As a result, it often borders on subversion or parody of its commonplaces. In the characters’ speech, Eros and Aphrodite, divine figures who play a capital role in the other novels, become little more than allegories of emotions and desires. In this context, with sophisticated literary allusion, Achilles Tatius explores images of the erotic elegy’s militia amoris, turning them into elements of his novelistic narrative. This article seeks to analyze his representation of Eros, specifically the god’s martial characterization in some passages, which emphasizes the representation of the hero Clitophon himself as somewhat parodic of the male protagonist of the Greek ideal novel.
Único dos cinco romances de amor narrado em primeira pessoa, Leucipe e Clitofonte de Aquiles Tácio apresenta um desenvolvimento ímpar da tópica do gênero, que diversas vezes beira a subversão ou a paródia dos seus lugares-comuns. Na boca dos personagens, Eros e Afrodite, figuras divinas tão importantes em outros romances, são pouco mais do que alegorias de emoções e desejos. Nesse contexto, com sofisticada alusão literária, Aquiles Tácio explora imagens da militia amoris, tomando-as da elegia erótica e tornando-as romanescas. Este artigo procura analisar a representação de Eros no romance, especificamente a caracterização marcial do deus em algumas passagens da narrativa, que enfatiza a representação do próprio herói Clitofonte como algo paródica do protagonista masculino dos romances de amor.
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