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¿Es posible hablar de vocación cuando se habla de ateísmo organizado? Reflexiones sobre la iniciativa atea en Brasil

  • Autores: Sabrina F. Testa
  • Localización: Revista de Antropología y Sociología: Virajes, ISSN-e 0123-4471, ISSN 2462-9782, Vol. 23, Nº. 2, 2021 (Ejemplar dedicado a: Julio - Diciembre), págs. 227-251
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • É possível falar de vocação quando se fala de ateísmo organizado? Reflexões sobre a iniciativa ateísta no Brasil
    • Is it possible to speak about vocation when speaking of organized atheism? Reflections on the atheist initiative in Brazil
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Recientemente diversos agrupamientos ateístas emergieron en Brasil. Se trata de pequeñas asociaciones que surgen a partir de y son mantenidas gracias a la iniciativa de actores individuales, que invierten una cantidad considerable de tiempo, esfuerzo e, inclusive, dinero para sustentar una causa que, ni se define fácilmente más allá de la negación de la idea de Dios, ni ofrece recompensas materiales o simbólicas aparentes. Este trabajo busca explorar los sentidos que los líderes ateístas atribuyen a su actividad militante, a partir de una discusión sobre la categoría weberiana de vocación. Se  argumenta que la articulación de un movimiento de increyentes, tal como se configura en Brasil, constituye un emprendimiento intrínsecamente ambiguo, en la medida en que resiste toda formalización y definición más allá de lo mínimo necesario para existir como tal. Bajo el riesgo constante de devenir “religión”, el ateísmo no se organiza sino de forma embrionaria, y de sus articuladores exige un compromiso considerable que, no obstante, evita definirse en términos de liderazgo. El abordaje, de carácter interpretativo, tiene por base empírica un trabajo de campo etnográfico realizado entre septiembre de 2016 y febrero de 2018 en los sectores ateístas brasileños.

    • português

      Diversos agrupamentos ateístas emergiram no Brasil nos últimos anos. Trata-se de pequenas associações que surgem a partir de e são mantidas graças à iniciativa de atores individuais que investem uma quantidade considerável de tempo, esforço e, inclusive, dinheiro para sustentar uma causa que, nem se define facilmente além da negação da ideia de deus, nem oferece recompensas materiais ou simbólicas aparentes. Este artigo procura explorar os sentidos que estes líderes ateístas atribuem à atividade militante, a partir de uma discussão sobre a categoria weberiana de vocação. Argumenta-se que a articulação de um movimento de descrentes, tal como se configura no Brasil, constitui uma empreitada intrinsecamente ambígua, na medida em queresiste toda formalização e definição para além do mínimo necessário para existir como tal. Sob o risco constante de devir “religião” o ateísmo não seorganiza se não de forma embrionária, e dos seus articuladores exige um engajamento considerável que, no entanto, se evita definir em termos de  liderança. A abordagem, de corte interpretativo, tem por base empírica um trabalho de campo etnográfico levado adiante entre setembro de 2016 e  fevereiro de 2018 junto aos setores ateístas do Brasil. 

    • English

      Recently, several atheistic groups have emerged in Brazil. These are small associations that arise and are sustained by the initiative of individualactors, who spend a considerable amount of time, effort and even money to the maintenance of a cause that is not easily defined beyond the negation of the idea of god, nor does it offer visible material or symbolic rewards. On the basis of a discussion on the Weberian category of vocation, this paper seeks to inquire about the meanings attributed to militant activity by the atheistic leaders of Brazil. This article argues that the articulation of amovement of unbelievers, as configured in Brazil, constitutes an intrinsically ambiguous undertaking, insofar as it resists all formalization and definitionbeyond the minimum necessary to exist as such. Under the constant risk of becoming “religion”, atheism is only organized in an embryonic way, andfrom its articulators it demands a considerable commitment that, however, avoids defining itself in terms of leadership. The approach is interpretativeand empirically based on ethnographic fieldwork carried out between September 2016 and February 2018 among Brazilian atheistic sectors.


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