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Contribuciones feministas al trabajo social: reflexiones críticas para la intervención

    1. [1] Universidad de La Salle, Bogotá, Colombia
    2. [2] Secretaría Distrital de La Mujer, Bogotá, Colombia
  • Localización: Revista de trabajo social, ISSN 0716-9736, Nº. 97, 2022, págs. 147-160
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Feminist contributions to social work: critical reflections for the intervention
    • Contribuições feministas para o serviço social: reflexões críticas para a intervenção
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La intervención social es problematizada y redefinida a la luz de los desafíos que nuestra contemporaneidad nos propone; en Colombia como en otros países latinoamericanos, los mayores retos tienen que ver con la segregación social por clase, raza, género, etnia. Sin el ánimo de abarcarlo todo, en este texto se revisará cómo los feminismos han transformado la intervención social en prácticas concretas de atención que, desde trabajo social, se vienen dando en la actualidad, particularmente con mujeres que son víctimas de violencia de género, especificando los saldos pedagógicos que los feminismos han aportado al campo de la intervención social. La perspectiva feminista constituye un aporte al proyecto político de la interculturalidad que hoy se viene apuntalando como uno de los ejes para la formación en trabajo social. Este texto busca posicionar algunos debates que resuenan con las problematizaciones a las que nos vemos enfrentados(as) en la cotidianidad las y los trabajadores(as) sociales. Debates que ponen de manifiesto las tensiones entre universalismos como los derechos y particularismos como la identidad. El feminismo, como proyecto político y herramienta para la lectura crítica de la realidad, se hace cargo de ello, problematizando mundos y procesos que han sido vistos en constante oposición.

    • português

      A intervenção social é problematizada e redefinida à luz dos desafios que nossa contemporaneidade nos propõe; na Colômbia como em outros países latino-americanos, os maiores desafios têm a ver com a segregação social por classe, raça, gênero, etnia. Sem a pretensão de cobrir tudo, este texto revisará como os feminismos transformaram a intervenção social em práticas específicas de cuidado que, a partir do trabalho social, estão ocorrendo atualmente, particularmente com mulheres vítimas de violência de gênero, especificando os equilíbrios pedagógicos que os feminismos têm contribuído para o campo da intervenção social. A perspectiva feminista constitui uma contribuição para o projeto político de interculturalidade que hoje se sustenta como um dos eixos da formação em serviço social. Esse texto procura posição algumas discussões que ressoam com as problematizações que nós, assistentes sociais, enfrentamos no cotidiano. Debates que destacam as tensões entre universalismos como direitos e particularismos como identidade. O feminismo, como projeto político e ferramenta de leitura crítica da realidade, toma conta dele, problematizando mundos e processos que têm sido vistos em constante oposição.

    • English

      Social intervention is problematized and redefined in light of the challenges that our contemporaneity proposes to us; in Colombia as in other Latin American countries, the greatest challenges have to do with social segregation by class, race, gender, ethnicity. Without the intention of covering everything, this text will review how feminisms have transformed social intervention into specific care practices that, from social work, are currently taking place, particularly with women who are victims of gender violence, specifying the pedagogical balances that feminisms have contributed to the field of social intervention. The feminist perspective constitutes a contribution to the political project of interculturality that today has been underpinned as one of the axes for training in social work. This text seeks to position some debates that resonate with the problematizations that we social workers face in everyday life. Debates that highlight the tensions between universalisms such as rights and particularisms such as identity. Feminism, as a political project and a tool for critical reading of reality, takes charge of it, problematizing worlds and processes that have been seen in constant opposition.


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